segunda-feira, 26 de julho de 2010

No Escritório


Oi leitores! Meu nome é Thaís e vou contar um fato que ocorreu esta semana. Eu tenho um tesão imenso pelo Ricardo, meu colega de trabalho que divide o setor comigo e mais 2 pessoas. Ele é um moreno lindo. Desses meio magros, mas muito gostoso e com um olhar que lança fogo pra onde olha. Nunca tentei nada mais ousado além de olhares, pois como trabalhavamos com mais pessoas no setor, não quis que isto atrapalhasse o nosso relacionamento profissional. Eu era noiva e meu noivado ia muito bem, com planos de casamento e tudo o mais até eu descobrir que meu noivo me traía... terminei nosso relacionamento na hora e me senti ferida, uma mulher magoada... os dias foram passando e eu decidi que precisava de uma aventura pra me desestressar, um sexo gostoso e casual, apenas pele e nada de sentimento. Meu coração já estava machucadado demais pra qualquer envolvimento afetivo, o que eu precisava era de uma boa foda sem compromisso, e seria com Ricardo.
Aproveitei um dia em que as outras duas pessoas que trabalham conosco na sala foram a uma reunião fora da empresa para criar o momento perfeito. Temos destas mesas-bancada de escritório, que são meio altas e fechadas nas frentes e lado, uma para cada funcionário, e nossa sala tem longas janelas de video, proporcionando uma visão interna para todas as outras salas, que seguem o mesmo padrão. Arquitetei meu plano da seguinte maneira: eu atacaria meu colega de trabalho naquela manhã tranquila. Sempre tive vontade de fazer um lindo oral nele, caprichado, e seria justamente hoje o dia.
Esperei ele sair para buscar o seu café, o que sempre fazia pontualmente às 10:30. Assim que ele saiu eu me posicionei embaixo de sua bancadam e fiquei escondida esperando ele voltar. Como a bancada era comprida, eu tinha espaço de sobra para ficar longe da cadeira dele, podendo surpreendê-lo sem que ele me notasse ao sentar. Ele voltou, fechou a porta e se sentou, com as pernas abertas. Fiquei pensando em como abordá-lo, sem que ele se assustasse demais e fizesse um escândalo, botando tudo a perder. Fui me aproximando dele e me apoiei, de quatro no chão, e fiquei de frente pro volume de sua calça, que parecia repousar mole e serenamente em sua cueca. Senti o desejo me dominar, e então fui com a minha mão em sua calça, diretamente em seu pênis e apertei fortemente, massageando por cima do ouvido. ele deu um pulo na cadeira, e eu segurei suas pernas, pois não queria que ele me visse ainda, embora achasse que ele sabia que era eu.
Abri seu ziper e seu pau pulou à minha frente, meia bomba. Rapidamente abocanhei e comecei a sessão de lambidas e chupadas. Não era lá muito grande, mas era acima da média, uns 19cm, grossinho, bonito de se ver. Envolvi a glande com a minha língua e passei a lambê-lo, alternando com chupadas fortes. Ele gemia baixinho, se controlando por causa da movimentação na empresa. Dizia, e só eu podia ouvir: isso, chupa mais... assim.... isso... delícia...
Coloquei tudo na boca e fui tirando aos poucos, fazendo sucção em minha boca e pressionando seu pau. Com ele já bem babado, comecei um vai e vem com uma das mãos, enquanto com a outra, me tocava por dentro da saia. Fui aumentando o ritimo a medida que fui chegando próximo ao orgasmo. Sabia que o seu gozo também estava vindo. Massageei suas bolas com a mão livre e comecei a passar a língua só na cabecinha, bem rápido. Coloquei inteiro na boca e senti seu pinto inchar, esporrando seu líquido quente em mim, o que engoli por inteiro. Ele foi ficando meio mole e eu o lambi inteiro, para deixá-lo bem limpo, o que tornou a endurecê-lo. Quando fui guardar dentro da cueca, ele afastou a cadeira e entrou embaixo da mesa também. Fiquei pasma, e ele me disse: sua putinha, sempre quis te comer, e agora você vai sentir essa vara aqui dentro da sua bucetinha. Como eu estava de quatro, ele levantou minha saia e abaixou minha meia calça e calcinha e meteu o linguão molhado na minha xana, mais molhada ainda. Ficou brincando com o meu grelinho, pra lubrificar bem, e deu umas enfiadas fundas, q fez minhas pernas tremerem. Apontou a ponta de seu pinto pra minha bucetinha e meteu fundo, caindo sobre mim e começando um rápido e desajeitado vai e vem. Metemos muito rápido e intensamente, ele parecia alucinado, e beijava e chupava meu pescoço, me deixando marcas. Colocou as mãos dentro do meu tailleur e apertava meus seios, voraz. Gozamos juntos atingindo um orgasmo sensacional. Nossos corpos, trêmulos, bambas, se ajeitaram e sairam, um a um, debaixo da mesa dele.
Não nos olhamos, e eu fui direto ao banheiro, me ajeitar. Quando voltei pra nossa sala, nossos companheiros já estavam de volta, e comentando sobre a reunião. Nunca mais tocamos no assunto, e eu, me senti realizada.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

No escurinho do cinema


Oi, me chamo Carlos, tenho 21 anos e namoro a Bianca, de 17. Ela não é assim uma Angelina Jolie, mas tem um corpo gostoso, formas bem definidades, uma bundinha gostosa de apertar e seios pequenos. Também não sou nenhum Brad Pitt, mas tenho meu charme. Estamos juntos há 6 meses e ela não era mais virgem quando começamos a namorar, então a sacanagem sempre rolou solta com a gente. Ela é muito criativa e sempre inventava alguma coisa nova pra dar um gás na relação.
Certo dia, fomos ao cinema, fazer um programa de casalzinho jovem. Lógico que a minha intenção era terminar no meu apartameto, metendo muito e fazendo-a gozar até meu pau amolecer. Ela parecia estar empolgada com esse programa tão clichê. Caminhamos de mãos dadas pelo shopping, ela estava linda, com um decote que me deixava louco. Me deixando mais louco ainda por não parecer estar pensando no mesmo fim de noite que eu. Não queria terminar na mão (literalmente até). Ela escolheu o filme, e eu nem prestei direito atenção sobre o que se tratava, tão atento que estava naquele decote. Entramos na sala e eu a puxei pela mão para o fundo da sala, sentando nas ultimas fileiras. Por sorte a sala ficou quase vazia. O filme começou e eu me entendiei. Ela assistia animadamente, e eu tentando me concentrar no que se passava na tela. Resolvi aninhá-la em meu peito. Ela recostou a cabeça em mim e eu pude ter uma visão privilegiada daquelas delícias dentro da blusa. Comecei a me excitar pensando em chupar aqueles limõezinhos.
De leve, comcei a alisar o braço dela, descendo cada vez mais e passando a alisar a cintura. Ela pareceu gostar e se aninhou mais em meu peito. Coloquei minha mão em seus seios e comecei a acariciar. Ela mordeu o lábio pra não gemer e se entregou, fechando os olhos. Quase deitada agora, eu a alisava por inteiro, e enfiei minha mão em sua saia, passando meus dedos por sua calcinha, que já estava meladinha. Ela se contorcia. Meu pau, duro, cutucava sua bundinha linda. Mordisquei sua orelha e beijei sua boca, com desejo, descendo pelo pescoço. Sussurei em seu ouvido: agora você vai gozar
Me ajoelhei no chão enquanto ela ficou meio jogada nas duas cadeiras. O escuro do cinema, o fato de estarmos mais pra trás e a sala estar vazia contribuiu pra que eu pudesse realizar a minha fantasia de chupar uma mulher no cinema. Enfiei minha cabeça embaixo da sua saia, e com a boca, abaixei sua calcinha. Ela se contorcia e gemia baixinho de prazer, parecia não acreditar no que estava acontecendo. Eu sabia dos riscos e pretendia ser discreto.
Sem enxergar nada, fui no tato. Lambi toda a rachinha, demoradamente. Ela estava completamente lubrificada. Abri um pouco os grandes lábios e me joguei lá dentro, lambendo muito aquela bocetinha apertadinha. Enfiei minha língua e fiz movimentos circulares. Ela puxava meus cabelos, controlando os gemidos, pra me mostrar o quanto estava gostando. Com os dedos, brincava na portinha do seu cú, enquanto a outra mão mantinha os grndes lábios separados. Chupei seu clitóris e dei "tapinhas" nele, terminando com um beijo no final. Enfiei minha língua firme, e comecei um vai e vem ritimado naquela xana babada. Enfiei um dedo enquanto metia com a língua. Tirei o dedo e comecei a dedilhar seu clitóris. Enfiei mais uma vez a língua e ela gozou linda e fartamente na minha boca. Respirando com dificuldade. Bebi todo o seu suco e recoloquei sua calcinha. Me sentei novamente e ela se recostou, toda mole e tremendo em mim. ainda fiquei todo o restante do filme acariciando sua bocetinha por cima da calcinha, e depois do cinema, a foda foi boa lá em casa, mas isso já fica pra outro dia, em outro conto...