
Oi leitores! Meu nome é Thaís e vou contar um fato que ocorreu esta semana. Eu tenho um tesão imenso pelo Ricardo, meu colega de trabalho que divide o setor comigo e mais 2 pessoas. Ele é um moreno lindo. Desses meio magros, mas muito gostoso e com um olhar que lança fogo pra onde olha. Nunca tentei nada mais ousado além de olhares, pois como trabalhavamos com mais pessoas no setor, não quis que isto atrapalhasse o nosso relacionamento profissional. Eu era noiva e meu noivado ia muito bem, com planos de casamento e tudo o mais até eu descobrir que meu noivo me traía... terminei nosso relacionamento na hora e me senti ferida, uma mulher magoada... os dias foram passando e eu decidi que precisava de uma aventura pra me desestressar, um sexo gostoso e casual, apenas pele e nada de sentimento. Meu coração já estava machucadado demais pra qualquer envolvimento afetivo, o que eu precisava era de uma boa foda sem compromisso, e seria com Ricardo.
Aproveitei um dia em que as outras duas pessoas que trabalham conosco na sala foram a uma reunião fora da empresa para criar o momento perfeito. Temos destas mesas-bancada de escritório, que são meio altas e fechadas nas frentes e lado, uma para cada funcionário, e nossa sala tem longas janelas de video, proporcionando uma visão interna para todas as outras salas, que seguem o mesmo padrão. Arquitetei meu plano da seguinte maneira: eu atacaria meu colega de trabalho naquela manhã tranquila. Sempre tive vontade de fazer um lindo oral nele, caprichado, e seria justamente hoje o dia.
Esperei ele sair para buscar o seu café, o que sempre fazia pontualmente às 10:30. Assim que ele saiu eu me posicionei embaixo de sua bancadam e fiquei escondida esperando ele voltar. Como a bancada era comprida, eu tinha espaço de sobra para ficar longe da cadeira dele, podendo surpreendê-lo sem que ele me notasse ao sentar. Ele voltou, fechou a porta e se sentou, com as pernas abertas. Fiquei pensando em como abordá-lo, sem que ele se assustasse demais e fizesse um escândalo, botando tudo a perder. Fui me aproximando dele e me apoiei, de quatro no chão, e fiquei de frente pro volume de sua calça, que parecia repousar mole e serenamente em sua cueca. Senti o desejo me dominar, e então fui com a minha mão em sua calça, diretamente em seu pênis e apertei fortemente, massageando por cima do ouvido. ele deu um pulo na cadeira, e eu segurei suas pernas, pois não queria que ele me visse ainda, embora achasse que ele sabia que era eu.
Abri seu ziper e seu pau pulou à minha frente, meia bomba. Rapidamente abocanhei e comecei a sessão de lambidas e chupadas. Não era lá muito grande, mas era acima da média, uns 19cm, grossinho, bonito de se ver. Envolvi a glande com a minha língua e passei a lambê-lo, alternando com chupadas fortes. Ele gemia baixinho, se controlando por causa da movimentação na empresa. Dizia, e só eu podia ouvir: isso, chupa mais... assim.... isso... delícia...
Coloquei tudo na boca e fui tirando aos poucos, fazendo sucção em minha boca e pressionando seu pau. Com ele já bem babado, comecei um vai e vem com uma das mãos, enquanto com a outra, me tocava por dentro da saia. Fui aumentando o ritimo a medida que fui chegando próximo ao orgasmo. Sabia que o seu gozo também estava vindo. Massageei suas bolas com a mão livre e comecei a passar a língua só na cabecinha, bem rápido. Coloquei inteiro na boca e senti seu pinto inchar, esporrando seu líquido quente em mim, o que engoli por inteiro. Ele foi ficando meio mole e eu o lambi inteiro, para deixá-lo bem limpo, o que tornou a endurecê-lo. Quando fui guardar dentro da cueca, ele afastou a cadeira e entrou embaixo da mesa também. Fiquei pasma, e ele me disse: sua putinha, sempre quis te comer, e agora você vai sentir essa vara aqui dentro da sua bucetinha. Como eu estava de quatro, ele levantou minha saia e abaixou minha meia calça e calcinha e meteu o linguão molhado na minha xana, mais molhada ainda. Ficou brincando com o meu grelinho, pra lubrificar bem, e deu umas enfiadas fundas, q fez minhas pernas tremerem. Apontou a ponta de seu pinto pra minha bucetinha e meteu fundo, caindo sobre mim e começando um rápido e desajeitado vai e vem. Metemos muito rápido e intensamente, ele parecia alucinado, e beijava e chupava meu pescoço, me deixando marcas. Colocou as mãos dentro do meu tailleur e apertava meus seios, voraz. Gozamos juntos atingindo um orgasmo sensacional. Nossos corpos, trêmulos, bambas, se ajeitaram e sairam, um a um, debaixo da mesa dele.
Não nos olhamos, e eu fui direto ao banheiro, me ajeitar. Quando voltei pra nossa sala, nossos companheiros já estavam de volta, e comentando sobre a reunião. Nunca mais tocamos no assunto, e eu, me senti realizada.
Esperei ele sair para buscar o seu café, o que sempre fazia pontualmente às 10:30. Assim que ele saiu eu me posicionei embaixo de sua bancadam e fiquei escondida esperando ele voltar. Como a bancada era comprida, eu tinha espaço de sobra para ficar longe da cadeira dele, podendo surpreendê-lo sem que ele me notasse ao sentar. Ele voltou, fechou a porta e se sentou, com as pernas abertas. Fiquei pensando em como abordá-lo, sem que ele se assustasse demais e fizesse um escândalo, botando tudo a perder. Fui me aproximando dele e me apoiei, de quatro no chão, e fiquei de frente pro volume de sua calça, que parecia repousar mole e serenamente em sua cueca. Senti o desejo me dominar, e então fui com a minha mão em sua calça, diretamente em seu pênis e apertei fortemente, massageando por cima do ouvido. ele deu um pulo na cadeira, e eu segurei suas pernas, pois não queria que ele me visse ainda, embora achasse que ele sabia que era eu.
Abri seu ziper e seu pau pulou à minha frente, meia bomba. Rapidamente abocanhei e comecei a sessão de lambidas e chupadas. Não era lá muito grande, mas era acima da média, uns 19cm, grossinho, bonito de se ver. Envolvi a glande com a minha língua e passei a lambê-lo, alternando com chupadas fortes. Ele gemia baixinho, se controlando por causa da movimentação na empresa. Dizia, e só eu podia ouvir: isso, chupa mais... assim.... isso... delícia...
Coloquei tudo na boca e fui tirando aos poucos, fazendo sucção em minha boca e pressionando seu pau. Com ele já bem babado, comecei um vai e vem com uma das mãos, enquanto com a outra, me tocava por dentro da saia. Fui aumentando o ritimo a medida que fui chegando próximo ao orgasmo. Sabia que o seu gozo também estava vindo. Massageei suas bolas com a mão livre e comecei a passar a língua só na cabecinha, bem rápido. Coloquei inteiro na boca e senti seu pinto inchar, esporrando seu líquido quente em mim, o que engoli por inteiro. Ele foi ficando meio mole e eu o lambi inteiro, para deixá-lo bem limpo, o que tornou a endurecê-lo. Quando fui guardar dentro da cueca, ele afastou a cadeira e entrou embaixo da mesa também. Fiquei pasma, e ele me disse: sua putinha, sempre quis te comer, e agora você vai sentir essa vara aqui dentro da sua bucetinha. Como eu estava de quatro, ele levantou minha saia e abaixou minha meia calça e calcinha e meteu o linguão molhado na minha xana, mais molhada ainda. Ficou brincando com o meu grelinho, pra lubrificar bem, e deu umas enfiadas fundas, q fez minhas pernas tremerem. Apontou a ponta de seu pinto pra minha bucetinha e meteu fundo, caindo sobre mim e começando um rápido e desajeitado vai e vem. Metemos muito rápido e intensamente, ele parecia alucinado, e beijava e chupava meu pescoço, me deixando marcas. Colocou as mãos dentro do meu tailleur e apertava meus seios, voraz. Gozamos juntos atingindo um orgasmo sensacional. Nossos corpos, trêmulos, bambas, se ajeitaram e sairam, um a um, debaixo da mesa dele.
Não nos olhamos, e eu fui direto ao banheiro, me ajeitar. Quando voltei pra nossa sala, nossos companheiros já estavam de volta, e comentando sobre a reunião. Nunca mais tocamos no assunto, e eu, me senti realizada.
