segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Do virtual para o real


Oi, meu nome é Thalita, sou morena clara, 21 anos e sou bem tímida. Sempre gostei de conversar com rapazes na internet, e acabei conhecendo muitos caras legais. Meu último encontro virtual foi com o Leonardo, um rapaz um ano mais velho que eu, do interior. Leonardo era muito brincalhão, e sempre lançava mão de umas frases de duplos, triplos, quadrúplos sentidos em nossas conversas, mas eu nunca dei muita bola, afinal, sou bem desconfiada quanto à relacionamentos virtuais, mas - devo confessar- foi atiçando minha imaginação. Ele é, fisica e psicologicamente o tipo de garoto que nunca me interessou: tatuagens, alargadores, correntes, anéis, mas eu fui sentindo uma vontade louca de conhecer algo novo. O Leo era perfeito pra isso. Safado que só, sempre me falava sobre o seu corpo, me dando detalhes de suas partes íntimas. Eu apenas ria, afinal, não aprovava esse tipo de comportamento no meio virtual. Uma bela e fria noite no litoral, ele, com o pretexto de me mostrar seu novo alargador abre uma conversa com vídeo, ao que percebo que ele está com o dorso nú. Entre brincadeiras, ele me diz que está excitado, o que aguça a minha curiosidade feminina. Depois de uma série de frases maliciosas, aceito ver o seu membro rijo por baixo de sua cueca. Percebo que é realmente grande. Sinto meus lábios (todos) salivarem. Ele avança mais, e com a minha permissão, tira a cueca e aquela vara pula pra fora, apontando para o teto, ereta. Meu desejo aumenta. Ele manipula o cacete duro com cuidado, devagar, me atiçando ainda mais. Começo a alisar também a minha buceta por cima da calça do pijama. Quando me dou conta, estou com dois dedos enterrados em mim, me masturbando e olhando-o se masturbar. Gozamos juntos, mas meu desejo continua. Tomo um banho frio e tento acalmar o fogo que queima entre minhas pernas. Naquela noite decidi que queria seu membro dentro de mim.
Sábado, acordei cedo e peguei meu carro rumo à cidade dele. Tentei me concentrar ao máximo nos 400km de estrada, mas volta e meia seu corpo, nú, invadia minha mente. Cheguei no portal que identificava o município de pernas bambas, e trêmula, liguei para ele. Gelei quando ele atendeu, e eu disse: estou aqui, quero você. Agora.
Ele então me deu as coordenadas da sua casa, e me disse que estaria sozinho por todo o final de semana. Era o que eu queria ouvir. Acelerei meu carro e segui a rota que ele me indicou. Parei frente ao seu portão, buzinei. Ele apareceu, apesar do frio de 15º do lado de fora, apenas de bermuda. Seu corpo de garoto, tão bem desenhado, de músculos rijos, arrepiados com a temperatura. Desci com dificuldade do carro, devido a tremedeira das pernas.
Abracei-o e senti encostar em mim justamente o que eu queria sentir, aquele membro duro, me cutucando a pelves. Alisei suas costas com as minhas unhas, e entramos. Ao fechar o portão, ele me empurrou contra o muro, do lado de dentro, enfiando sua língua dentro da minha boca, explorando cada centímetro, desbravando todo perímetro. Retribui gulosamente e durante dois minutos nossas línguas eram dragões brigando por espaço nas constelações dos céus de nossas bocas. Desceu, mordiscando e acarinhando com os lábios, pelo meu pescoço, colocando sua língua molhada em contato com a minha pele. Eu suspirava e gemia, puxando seus cabelos, querendo mais e mais dele.
Respirando com dificuldade, me puxou pela mão e me levou para o seu quarto, jogando minha mochila no chão e me jogando na cama. Subiu e passou suas pernas ao meu redor, me dominando. Tirou minha blusa e foi sugando minha pele. Lambeu e chupou meus peitos, brincando com os mamilos e mordiscando de leve os bicos, me deixando louca de tesão. Roçava seu pinto em minha xana, por cima de nossos tecidos, e eu gemia alto, querendo logo tudo aquilo me preenchendo. Desabotoou minha calça e desceu junto com a minha minúscula calcinha, deixando à vista meu sexo quente e úmido. Sorriu maliciosamente, ficou de joelhos no chão, dobrou minhas pernas e enquanto acariciava-me as coxas, lambia-me a virilha. Parou com sua boca bem próximo à minha vagina. Pude sentir seu hálito quente nela, e soltei mais melzinho. Ele colocava só a pontinha da língua e fazia movimentos ciculares com o meu grelo, me enlouquecendo. Enfiou um pouco mais e me lambia inteira. Babava nela e chupava. Metia a linguona até o fundo e brincava com ela lá dentro. Eu gozei fartamente em sua boca, me contorcendo. Ele me segurava pela cintura e me pressionava contra sua boca. Me deu tapinhas na boceta enquanto metia sua lingua. Foi fantástico. Me virou de costas e subiu em mim, acariciando toda a extensão das minhas costas. Acariciava minha bunda e forçava um dedinho molhado no meu cú.
Ele ainda estava de calça, e eu me virei e fiquei por cima, prendendo com as minhas pernas. Coloquei meus peitos em sua boca e ele mamava como um bebê. Eu cavalgava devagar sentada em seu colo, me esfregando nele. Deitei-o na cama e beijei todo o seu corpo. Dei atenção especial à sua barriga e a mordisquei. Era chegada a hora de tê-lo em minhas mãos. Tirei sua calça e o acariciei por cima da cueca. Estava quase rasgando o tecido, de tão duro. Abaixei a cueca e o agarrei pela base. O masturbei um pouquinho e ele gemia. Segurei suas bolas e massageei. Seguei firme e enfiei na minha boca. Aquela cabecinha, num tom de rosa escuro, sendo engolida pelos meus labios quentes... delicia. Babei muito nele e fui chupando. Voltei a punheteá-lo, lambendo bem a ponta da glande. Chupei suas bolas e brincava com a ponta das unhas em sua virilha. Tentei enfiar tudo na boca, mas nao consegui. Ele segurou minha cabeça e começou a meter fundo em minha garganta. Tirei seu pau da boca e coloquei uma camisinha. Deitei na cama, fiquei em posição de frango assado e disse: vem!
Ele veio, apontando aquela vara pra mim. Colocou a cabecinha e forçou. Devido ao tamanho, não entrou de primeira. Colocou com um pouco mais de força e seu pau deslizou lindamente por mim. Ficou com ele lá dentro por uns segundos até começar o vai e vem. E quando ele começou, a sensação foi maravilhosa. Ele metia fundo e tirava devagar, enquando acariciava meus seios. Abaixei minhas pernas e começamos um papai e mamãe mais rápido, nos beijando. Eu segurava sua bunda e ditava o ritimo. Ele tinha uma bunda grande e lisinha, gostosa de apertar. Me virei de lado e ele levantou uma perna minha e continua metendo, metendo, metendo... voltamos pro papai e mamãe e eu comecei adar chupões em seu pescoço, e peito. Gozei mais de 3x, e ele gozou muito dentro de mim depois que eu mordisquei seu lábio. Foi sensacional. Ele caiu, exausto por cima de mim. Nossos corpos, suados, tremiam. Deitamos de lado e adormecemos, com o seu pau entre as minhas pernas e o nosso calor nos aquecendo, num abraço protetor.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Carícias no Parque


Oi, meu nome é Maurício, tenho 20 anos e o que eu vou contar aqui aconteceu há dois meses, num parque em São Paulo. Eu namoro a Talita, 21 anos, morena, bunda maravilhosa, peitos médios, uma mulata sensacional. Estamos juntos há alguns meses, mas o fogo dela é inapagável. Até eu, que sempre fui comedor me canso antes dela, às vezes. Faço meu "serviço" muito bem, e ela nunca reclamou da minha ferramenta, de 18cm.
Ela gostava das transas loucas em lugares incomuns. Quando a gente saía, eu tinha que estar sempre preparado, porque volta e meia acontecia dela me agarrar num banheiro, num banco, num beco qualquer. Era um domingo, e tinhamos combinado de passear no parque. Peguei minha morena logo cedo em casa, mochila nas costas, fomos na minha moto pro Ibirapuera. Chegamos lá, ficamos namorando embaixo das árvores, ela sempre me alisando a coxa e a barriga, brincando comigo e assim passamos o dia. Lá pelas 16h, o céu começou a escurecer. Ia vir uma chuva bem à paulistana, e de moto, sem capa de proteção é ruim andar pela cidade. Resolvemos ficar ali embaixo da árvore, estávamos perto do planetário. O parque foi esvaziando e nós fomos ficando. Me posicionei atrás de Talita e meu pau ficou bem em sua bunda. A chuva caiu pesada e ficamos ali parados. Para protegê-la do vento frio, a abracei e colei mias meu corpo ao dela. Sentindo meu pinto em suas nádegas, minha morena começou a se mexer e a esfregar aquele pandeirão no meu pau, que logo deu sinais de vida e começou a endurecer. Eu á sabia o que ela ia querer fazer, e fui me entregando ao jogo dela.
Elá então, resolveu se virar de frente pra mim e foi com as suas unhas percorrendo o meu pescoço e costas. Demos um longo beijo apaixonado e cheio de tesão. Ela mordiscou meu lábio e foi descendo com a sua boca explorando meu corpo. Aquela menina sabia me provocar. Tirou minha camisa que ja estava ensopada da chuva e foi secando meu corpo molhado com a sua língua, sugando leve e maliciosamente as gotas. Num gesto feroz, arrebentou o botão da minha calça e agaixada, começou a passar a mão por cima de minha cueca. Eu fiquei encostado no tronco da árvore, respiração suspensa, apenas sentindo o momento. Nem me atentei mais ao fato de estarmos num parque público e sermos pegos. Apenas me deixei levar.
Ela, num movimento rápido, abaixou a minha calça e cueca, deixando meu pinto apontado em sua direção. Me olhou com aquela cara de cachorra safada e caiu de boca nele. Lambia e chupava com maestria, punheteando e babando no meu pau, massageando minhas bolas, lambendo a cabeça e me fazendo gemer baixinho, agradecendo por ter aquela boquinha quente em mim. Suas unhas percorriam minha barriga e coxas, e ela resolveu brincar com a minha bunda, passando as unhas nas nádegas e tentando enfiar um dedo no meu cú. Tirei sua mão dali e tranquei minha portinha. Nada entraria ali. Coloquei sua mão em minhas bolas e ela massageou gostoso. segurei sua cabeça com as mãos e comecei a meter em sua boca, indo até a sua garganta. Doido de tesão com aquele hálito quente ao redor do meu pau, gozei fartamente em sua garganta, e meu amor, como uma grande putinha, engoliu cada mililitro.
Subiu com aquela carinha de safada e se apoiou na árvore, ao meu lado, me puxando para si. Minhas calças arriadas e meu pinto ainda pra fora. Forçou minha cabeça em direção à sua xaninha, que mantinha sempre depilada. Levantei sua saia e abaixei sua calcinha com pressa, sabia que a encontraria molhadinha, à minha espera. Abri um pouco suas pernas aproveitando que ela stava encostada no tronco da árvore. Me posicionei embaixo dela e fui lambendo todo o seu grelo. Ela gemia de tesão. Meti minha língua entre os grandes lábios e seu suco escorria pela minha boca. Enfiei um dedo, e mais um, e comecei a meter-lhe a lingua, bem fundo. Tirei os dedos e comecei a forçar um em seu cuzinho, enquanto minha boca percorria toda a sua bocetinha. Acostumada ao sexo anal, meu dedo entrou fácil em seu cuzinho, que pisca com ele la dentro. Iniciei um vai e vem ritmado com o dedo, enquanto babava muito em sua xana. Metia fundo a lingua nela, e ela gemia alto. Com medo de que alguém nos pegase, puxei meu amor para próximo à lateral do planetário, ficando assim escondidos pela arquitetura do local.
Sentei no chão e ela sentou por cima. Beijei sua boca e cadenciei seus movimentos segurando pela cintura. Ela cavalgava rápido, como louca, e meu pau entrava e saía daquela boceta maravilhosa e depilada, toda babada por mim. Mudei de posição e fiquei de joelhos, e coloquei suas pernas em meus ombros e meti mto rapido. Eu estava louco de tesão. Senti meu pau crescer dentro dela, e o corpo dela tremia. Gozamos juntos, numa explosão de porra que escorria pra todos os cantos da grama do parque. Delícia de tarde chuvosa.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

No Escritório


Oi leitores! Meu nome é Thaís e vou contar um fato que ocorreu esta semana. Eu tenho um tesão imenso pelo Ricardo, meu colega de trabalho que divide o setor comigo e mais 2 pessoas. Ele é um moreno lindo. Desses meio magros, mas muito gostoso e com um olhar que lança fogo pra onde olha. Nunca tentei nada mais ousado além de olhares, pois como trabalhavamos com mais pessoas no setor, não quis que isto atrapalhasse o nosso relacionamento profissional. Eu era noiva e meu noivado ia muito bem, com planos de casamento e tudo o mais até eu descobrir que meu noivo me traía... terminei nosso relacionamento na hora e me senti ferida, uma mulher magoada... os dias foram passando e eu decidi que precisava de uma aventura pra me desestressar, um sexo gostoso e casual, apenas pele e nada de sentimento. Meu coração já estava machucadado demais pra qualquer envolvimento afetivo, o que eu precisava era de uma boa foda sem compromisso, e seria com Ricardo.
Aproveitei um dia em que as outras duas pessoas que trabalham conosco na sala foram a uma reunião fora da empresa para criar o momento perfeito. Temos destas mesas-bancada de escritório, que são meio altas e fechadas nas frentes e lado, uma para cada funcionário, e nossa sala tem longas janelas de video, proporcionando uma visão interna para todas as outras salas, que seguem o mesmo padrão. Arquitetei meu plano da seguinte maneira: eu atacaria meu colega de trabalho naquela manhã tranquila. Sempre tive vontade de fazer um lindo oral nele, caprichado, e seria justamente hoje o dia.
Esperei ele sair para buscar o seu café, o que sempre fazia pontualmente às 10:30. Assim que ele saiu eu me posicionei embaixo de sua bancadam e fiquei escondida esperando ele voltar. Como a bancada era comprida, eu tinha espaço de sobra para ficar longe da cadeira dele, podendo surpreendê-lo sem que ele me notasse ao sentar. Ele voltou, fechou a porta e se sentou, com as pernas abertas. Fiquei pensando em como abordá-lo, sem que ele se assustasse demais e fizesse um escândalo, botando tudo a perder. Fui me aproximando dele e me apoiei, de quatro no chão, e fiquei de frente pro volume de sua calça, que parecia repousar mole e serenamente em sua cueca. Senti o desejo me dominar, e então fui com a minha mão em sua calça, diretamente em seu pênis e apertei fortemente, massageando por cima do ouvido. ele deu um pulo na cadeira, e eu segurei suas pernas, pois não queria que ele me visse ainda, embora achasse que ele sabia que era eu.
Abri seu ziper e seu pau pulou à minha frente, meia bomba. Rapidamente abocanhei e comecei a sessão de lambidas e chupadas. Não era lá muito grande, mas era acima da média, uns 19cm, grossinho, bonito de se ver. Envolvi a glande com a minha língua e passei a lambê-lo, alternando com chupadas fortes. Ele gemia baixinho, se controlando por causa da movimentação na empresa. Dizia, e só eu podia ouvir: isso, chupa mais... assim.... isso... delícia...
Coloquei tudo na boca e fui tirando aos poucos, fazendo sucção em minha boca e pressionando seu pau. Com ele já bem babado, comecei um vai e vem com uma das mãos, enquanto com a outra, me tocava por dentro da saia. Fui aumentando o ritimo a medida que fui chegando próximo ao orgasmo. Sabia que o seu gozo também estava vindo. Massageei suas bolas com a mão livre e comecei a passar a língua só na cabecinha, bem rápido. Coloquei inteiro na boca e senti seu pinto inchar, esporrando seu líquido quente em mim, o que engoli por inteiro. Ele foi ficando meio mole e eu o lambi inteiro, para deixá-lo bem limpo, o que tornou a endurecê-lo. Quando fui guardar dentro da cueca, ele afastou a cadeira e entrou embaixo da mesa também. Fiquei pasma, e ele me disse: sua putinha, sempre quis te comer, e agora você vai sentir essa vara aqui dentro da sua bucetinha. Como eu estava de quatro, ele levantou minha saia e abaixou minha meia calça e calcinha e meteu o linguão molhado na minha xana, mais molhada ainda. Ficou brincando com o meu grelinho, pra lubrificar bem, e deu umas enfiadas fundas, q fez minhas pernas tremerem. Apontou a ponta de seu pinto pra minha bucetinha e meteu fundo, caindo sobre mim e começando um rápido e desajeitado vai e vem. Metemos muito rápido e intensamente, ele parecia alucinado, e beijava e chupava meu pescoço, me deixando marcas. Colocou as mãos dentro do meu tailleur e apertava meus seios, voraz. Gozamos juntos atingindo um orgasmo sensacional. Nossos corpos, trêmulos, bambas, se ajeitaram e sairam, um a um, debaixo da mesa dele.
Não nos olhamos, e eu fui direto ao banheiro, me ajeitar. Quando voltei pra nossa sala, nossos companheiros já estavam de volta, e comentando sobre a reunião. Nunca mais tocamos no assunto, e eu, me senti realizada.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

No escurinho do cinema


Oi, me chamo Carlos, tenho 21 anos e namoro a Bianca, de 17. Ela não é assim uma Angelina Jolie, mas tem um corpo gostoso, formas bem definidades, uma bundinha gostosa de apertar e seios pequenos. Também não sou nenhum Brad Pitt, mas tenho meu charme. Estamos juntos há 6 meses e ela não era mais virgem quando começamos a namorar, então a sacanagem sempre rolou solta com a gente. Ela é muito criativa e sempre inventava alguma coisa nova pra dar um gás na relação.
Certo dia, fomos ao cinema, fazer um programa de casalzinho jovem. Lógico que a minha intenção era terminar no meu apartameto, metendo muito e fazendo-a gozar até meu pau amolecer. Ela parecia estar empolgada com esse programa tão clichê. Caminhamos de mãos dadas pelo shopping, ela estava linda, com um decote que me deixava louco. Me deixando mais louco ainda por não parecer estar pensando no mesmo fim de noite que eu. Não queria terminar na mão (literalmente até). Ela escolheu o filme, e eu nem prestei direito atenção sobre o que se tratava, tão atento que estava naquele decote. Entramos na sala e eu a puxei pela mão para o fundo da sala, sentando nas ultimas fileiras. Por sorte a sala ficou quase vazia. O filme começou e eu me entendiei. Ela assistia animadamente, e eu tentando me concentrar no que se passava na tela. Resolvi aninhá-la em meu peito. Ela recostou a cabeça em mim e eu pude ter uma visão privilegiada daquelas delícias dentro da blusa. Comecei a me excitar pensando em chupar aqueles limõezinhos.
De leve, comcei a alisar o braço dela, descendo cada vez mais e passando a alisar a cintura. Ela pareceu gostar e se aninhou mais em meu peito. Coloquei minha mão em seus seios e comecei a acariciar. Ela mordeu o lábio pra não gemer e se entregou, fechando os olhos. Quase deitada agora, eu a alisava por inteiro, e enfiei minha mão em sua saia, passando meus dedos por sua calcinha, que já estava meladinha. Ela se contorcia. Meu pau, duro, cutucava sua bundinha linda. Mordisquei sua orelha e beijei sua boca, com desejo, descendo pelo pescoço. Sussurei em seu ouvido: agora você vai gozar
Me ajoelhei no chão enquanto ela ficou meio jogada nas duas cadeiras. O escuro do cinema, o fato de estarmos mais pra trás e a sala estar vazia contribuiu pra que eu pudesse realizar a minha fantasia de chupar uma mulher no cinema. Enfiei minha cabeça embaixo da sua saia, e com a boca, abaixei sua calcinha. Ela se contorcia e gemia baixinho de prazer, parecia não acreditar no que estava acontecendo. Eu sabia dos riscos e pretendia ser discreto.
Sem enxergar nada, fui no tato. Lambi toda a rachinha, demoradamente. Ela estava completamente lubrificada. Abri um pouco os grandes lábios e me joguei lá dentro, lambendo muito aquela bocetinha apertadinha. Enfiei minha língua e fiz movimentos circulares. Ela puxava meus cabelos, controlando os gemidos, pra me mostrar o quanto estava gostando. Com os dedos, brincava na portinha do seu cú, enquanto a outra mão mantinha os grndes lábios separados. Chupei seu clitóris e dei "tapinhas" nele, terminando com um beijo no final. Enfiei minha língua firme, e comecei um vai e vem ritimado naquela xana babada. Enfiei um dedo enquanto metia com a língua. Tirei o dedo e comecei a dedilhar seu clitóris. Enfiei mais uma vez a língua e ela gozou linda e fartamente na minha boca. Respirando com dificuldade. Bebi todo o seu suco e recoloquei sua calcinha. Me sentei novamente e ela se recostou, toda mole e tremendo em mim. ainda fiquei todo o restante do filme acariciando sua bocetinha por cima da calcinha, e depois do cinema, a foda foi boa lá em casa, mas isso já fica pra outro dia, em outro conto...

domingo, 27 de junho de 2010

Aluno Nota 10



Olá, meu nome é Vera, tenho 47 anos, sou loira e dou aulas de matemática em escolas particulares da cidade, no ensino médio. Como devem saber, matemática não é a matéria preferida da maioria dos alunos. Sou divorciada e não tive filhos, de modo que moro sozinha num apartamento simples, mas muito aconchegante próximo a escola. Minha rotina não é muito agitada: acordo cedo, vou dar aulas, almoço, vou à academia, cuido da casa, dou aulas a noite novamente e depois durmo pra voltar à rotina. Finais de semana ou fico em casa preparando aulas, ou recebo uns amigos em casa, ou saio com as amigas para algum barzinho ou cinema, nada muito agitado.
Amo o que eu faço. Matemática é mais do que uma profissão, é uma paixão eterna pra mim. Tento fazer das aulas algo prazeroso, pois entendo que muitos estudantes quando chegam ao ensino médio já trazem o bloqueio contra a matéria em suas mentes, algo que eu dificilmente conseguirei quebrar, mas tento, ao menos, tornar menos doloroso. Gosto de recompensar os bons alunos, e sempre levo livros e bombons para quem se destaca. Também peço a ajuda deles para que a turma consiga entender a matéria. Eles se tornam meus monitores, e me ajudam a explicar a todos os alunos, dando mais atenção aos casos mais sérios. Um de meus monitores do 2º ano era o João, um aluno exemplar, de 16 anos, franzino, cabelo de lado, oculos, tímido, totalmente nerd. Era o melhor aluno da escola, inteligente que só. Eu o achava muito bonito. Tinha um corpo em evolução por baixo daquele uniforme, e eu notava. Não porque eu tinha algum interesse, mas porque estavamos sempre em contato. Vez por outra comentava com ele que as meninas da escola eram umas trouxas que não ligavam pra ele. Ele, muito tímido, apenas ficava vermelho e nada dizia.
Era uma segunda-feira, e ele veio falar comigo a respeito da prova de treineiros da USP a qual ele se inscrevera. Veio pedir a minha ajuda nos estudos. Eu me prontifiquei a ajudá-lo ficando marcada nossa primeira aula extra para às 15h, em minha casa, após as aulas dele e antes das minhas aulas no período noturno. João era um aluno muito querido e inteligente e não era sacrifício nenhum ajudá-lo, além de preencher meus períodos de "ócio" vespertino fazendo o que eu mais amo: ensinar.
Ele chegou e me pareceu meio deslocado ali em minha sala. Tentei deixá-lo mais à vontade conversando sobre amenidades. Ele sorria quase sempre, mas não prolongava muito o assunto. Resolvi então começar a aula, antes que ele desistisse de tudo. Abrimos as apostilas e cadernos e ele foi me mostrando o que cairia na prova. Fui anotando tudo numa folha a parte e fomos tirando dúvidas. Ele era muito esperto e sabia quase tudo já, apenas uns ajustes ou outros e tinha certeza que ele passaria. Não sei porque, mas o senti nervoso, ansioso, como eu nunca tinha o visto. Ele sempre foi timido, mas muito seguro de si em seus exercícios, em suas atitudes, até mesmo pra um adolescente. Eu o conhecia ha dois anos e estava achando sua atitude muito estranha. Ele mal me olhava. De repente, no meio de um exercício de logarítmo, ele larga o lapis e me pergunta: professora, o que eu tenho de errado?
Arregalei meus olhos e fiquei olhando pra ele, sem entender o que ele queria dizer. Ele continuou ofegante, me olhando. Eu, sem saber como agir, peguei em sua mão e disse: como assim João? O que você tem de errado? Não há nada de errado com você. Você é inteligentíssimo, passará facilmente na USP... ao que ele me interrompe, falando mais alto e ansioso:
-EU NÃO TÔ FALANDO DA USP! EU TÔ FALANDO DE MULHERES!
Ele estava trêmulo, suava, eu o puxei pelas mãos e o sentei novamente na cadeira. Tentei acalmá-lo. Deitei sua cabeça em meu cólo, e ele chorava. Como uma mãe, fiz cafuné em sua cabeça, tentando entender tudo o que se passava ali dentro. Senti que sua respiração ainda estava forte. Resolvi dizer coisas bacanas como: "você vai encontrar uma mulher que te mereça," "aquelas meninas da escola são umas bobas", "você é bom demais pra elas" e coisas do gênero, quando ele me surpreende, levantando a cabeça e dizendo:
- Mas eu não quero elas, eu quero você!
E me ataca os lábios, velozmente, não me dando tempo ou condições de reagir. Recebo o beijo afoito, sem jeito, voraz. Tudo aquilo me assusta, mas... não me afasto dele. Na verdade fazia um bom tempo que ninguém me deseja tanto. Que eu me sentia tão mulher. Sabia que era errado, afinal ele era menor de idade, e era meu aluno, mas resolvi que era hora de aproveitar as delícias que a vida estava me oferecendo. Com calma fui retribuindo o beijo, o que o assutou, pois creio que imaginava que eu o repeliria.
Segurei sua cabeça e acarinhava seus cabelos enquando minha língua passeava por sua boca, desbravando aquela área inexperiente do menino. Meus dedos desceram por seu pescoço, e minhas unhas riscavam sua pele em chamas. Minha boca procurou por outras partes de seu corpo, e fui descendo pescoço abaixo, sugando sua dele e deixando leves marcas.
Ele, afoito, já apresentava o membro rijo, entumescido como um mastro erguido, com a bandeira flamejante. Segurei-o pela mão e o guiei até meu quarto. Pelo visto teria muito mais a ensinar aquele garoto do que fórmulas matemáticas. Fechei a porta às nossas costas, e o encostei na parede, beijando-o, faminta. Suas mãos percorriam meu corpo, quentes e úmidas. Arrancou minha blusa e o olhou-me, paralisado: meu corpo era bem moldado para uma senhora de 47 anos. Guiei suas mãos até meus seios, e tirei meu soutien, deixando-os livre para a imaginação do menino, tão homem ali presente. Ele se abaixou em direção a eles, e lambeu-os, como quem lambe um picolé no verão. Brincou com os mamilos e eu o pedi para mordiscar, de leve. Não aguentando mais com tanta água na boca, tirei sua bermuda e seu pênis quase rasgava a cueca de tão duro. Abaixei a cueca e ele fechou os olhos. Ainda pressionando-o contra a parede, me abaixei e segurei seu membro com força. Punhetei de leve e ele gemeu.
Seu pinto não era enorme, estava na média, creio que uns 16cm, e bem grossinho. Uma cabeça lisinha, rosada, toda úmida, como a implorar um beijo meu. Ele se depilava. Achei aquele pênis uma graça e coloquei na boca, brincando com os seus testículos. Ele gemia alto, recebendo o calor da minha boca quente. Não queria que ele gozasse agora, queria tê-lo pra mim a tarde inteira. Queria ser inesquecível na vida dele. Salivei bem em seu pau e me levantei. Tirei o restante da roupa que eu ainda tinha, e o chamei. Ele veio, com a vara na mão. O posicionei de pé, na ponta de cama e ele encaixou a cabecinha em mim. Agarrei-o com as pernas, e o puxei levemente. Ele ententeu e meteu fundo...
Vi estrelas naquele momento. Ele, meio sem ritmo, começou a bombar. Se esforçava muito para me fazer gozar, mas notei que ele gozaria bem antes. Resolvi mudar de posição, e o deitei de barriga pra cima na cama. Beijei sua boca enquanto sentava em cima de seu membro, duro e molhado. Ele gemia enlouquecidamente. Comecei a cadenciar os movimentos e ele brincava com os meus bicos dos seios. Senti que o gozo estava próximo. Saí de cima dele e coloquei tudo na boca. Queria sentir seu leitinho quente na minha garganta. Chupei-o vigorosamente, alternando com lambidas na glande e massagem nos testículos, e ele gozou, linda e fartamente na minha boca. Engoli cada mililitro de seu néctar e permaneci com o seu pênis na boca até amolecer.
Me virei por cima dele e o abracei... me senti a mulher mais feliz do mundo naquele momento. Ele sorria, com aquele ar juvenil, satisfeito. Eu queria mais, muito mais. Resolvi ensiná-lo a me dar prazer coom a língua. Coloquei um travesseiro embaixo do meu quadril e abri bem as pernas. Pedi para que ficasse ajoelhado no chão, com o rosto de frente pra "ela". Ele sorria de nervoso, eu o achava a cada segundo mais lindo e mais homem. Pedi para que lambesse toda a extensão, salivando bem. Ele atendeu prontamente, e estremeci com a sua língua lisinha e quente. Instrui que abrisse com as mãos, os grandes lábios, e enfiasse a sua língua la dentro, como se ela fosse um pênis. Pedi que desse lambidas rápidas no clítoris, como se fossem "tapas". Eu estava extremamente molhada, ele aprendia rápido. Pedi que enfiasse devagar um dedo, tomando cuidado para não me machucar com as unhas. Ele meteu o dedo e foi fazendo um vai e vem, e com os lábios, foi beijando as coxas e a virilha, lambia rapidamente os pequenos lábios, e metia fundo a língua. Gozei fartamente, quando ele, docemente, beijou meu clitóris, como se beijasse uma criança recém nascida, com carinho.
Ele se posicionou atrás de mim, e colocou seu pênis entre as minhas coxas, já estava meia bomba. Eu estava completamente feliz e realizada. Ele me abraçou, e ficamos deitados de conchinha. Adormecemos e acordei a noite, com algo duro me cutucando por trás, na entrada do cuzinho, mas essa já é outra história...

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Viagem inesquecível

Oi, meu nome é Mauro, tenho 48 anos e faço o estilo "tiozão". Apesar de estar na meia idade, gosto muito de me cuidar, malho todos os dias, mantenho minha alimentação e me visto bem, sei me apresentar. Como sou representante comercial, acabo tendo que fazer várias viagens e treinamentos em outras cidades e estados, e nem sempre vou com o meu carro, visto a distância e o desgaste da viagem. O que vou lhes contar agora aconteceu a caminho de um treinamento, numa cidadezinha no interior de São Paulo, a 5h da Capital.
Peguei o ônibus à meia-noite na rodoviária, um carro de aluguel estava à minha espera na rodoviária da pequena cidade, para tornar a minha locomoção mais fácil no local. Como não é uma cidade muito badalada, poucas pessoas estavam no ônibus, e eu, afim de dormir, me dirigi às poltronas do fundo, onde recostei nas duas cadeiras para tirar um cochilo. 5 minutos antes do motorista dar a partida, sinto alguém roçar em minhas pernas, que estavam quase pra fora do banco, devido ao meu tamanho (tenho 1,90m). Abri os olhos e paralisei: uma loirinha linda, estava sentada nas poltronas ao lado das minhas. Ela era simplesmente deliciosa. Acho que fiquei olhando meio embasbacado pra ela, porque ela me sacudiu pelo braço e disse: tio, você tá passando mal?
Saí do transe e me concentrei. Uma loira, gata, novinha, peitinhos pequenos e durinhos, uma bundinha redondinha, metida numa calça legging justinha, desenhando perfeitamente o espaço da sua bucetinha gordinha, sentada na poltrona no fundo. Isolada do restante dos poucos passageitos além de mim, era a prova mais que concreta que alguém lá em cima me amava muito. Estava numa seca sexual de dar dó: 10 meses sem ter uma mulher nos braços, ficando só na mão, literalmente, e agora, quando eu ficaria 5 longas horas no frio da madrugada, tendo apenas minha imaginação pra me distrair, essa gata aparece...
Respondi negativamente, falando que estava distraído. ela sorriu e se virou para janela. Fiquei inquieto, olhava toda hora em sua direção. Ela, de olhos fechados e fones no ouvido não notava, o que me deixava aliviado e ao mesmo tenso ansioso. Uma hora de viagem, eu já perdido em meus pensamentos sacanas com a gata, alisando o pau por cima da calça, ouço um gemido baixinho. Pensei ter sido coisa saída dos meus pensamentos, e não dei muita bola. Alguns minutos depois, ouço outro gemido, dessa vez mais nitido. Resolvi procurar quem mais estava pensando em sexo, e qual não foi a minha surpresa quando olho pro lado e vejo a linda ninfetinha com dois dedos enterrados na rachinha, de olhinhos fechados e fones ainda no ouvido, com as calças já pelo joelho.
A escuridão do ônibus não me permitia ver completamente aquela cena, acendi as luzes do meu acento e observei com calma, o que estava acontecendo. Ela parecia estar em transe, gemia baixinho, creio que ninguém alem de mim a ouvia. Estava alheia ao mundo e gozava loucamente com os seus dedinhos, mordiscando o lábio inferior e tremendo de tesão. Meu pau pulou dentro da calça, já duríssimo, querendo rasgar o tecido. Fiquei completamento louco, e resolvi investir. Me levantei, e fui em silêncio até sua poltrona. Me posicionei de frente pra ela, de modo que meu pinto quase encostasse em seu rosto. Coloquei uma mão em sua coxa, e a acariciei, tapando com a outra a sua boca, e sussurando em seu ouvido: a dois é muito melhor. Ela se assustou e tentou gritar, mas sua voz foi abafada pela minha mão e pelo barulho da chuva que castigava a estrada fora de nosso ônibus. Forcei sua cabeça em direção ao meu pau, e ela, vendo o meu estado pode perceber o que eu queria.
Eu alisava suas coxas, e passava a mão na sua bucetinha lisinha. Ela estava imóvel, com os dedos enterrados. Senti que sua pele se arrepiava ao meu toque, e aos poucos, fui tirando a minha mão de sua boca. Tirei seus dedos de dentro da xana, e os lambi, um a um, mordendo-os no final. Sentei ao seu lado, e ela já estava entregue. Comecei a acariciá-la e a meter-lhe os dedos no cú e na buceta. Ela gemia como uma vadia, uma cadelinha no cio, e eu metia fundo meus dedos. Perdi as contas de quantas vezes ela gozou.
Já zonza de tanto gozar, ela começou a acariciar meu pau por cima da calça, e eu fui ao delírio. Meu pau tava queimando de tesão, e quando eu menos espero, ela se abaixa no vão entre os bancos, e tira o meu pinto pra fora. Tentou abocanhar tudo, e não conseguiu (ele mede 22cm, por 12cm de diâmetro). Começou então um boquete maravilhoso. sua boca quentinha e apertadinha pressionavam meu pau, que babava dentro dela. Segurei sua cabeça e fodia até sua garganta. ela engasgava algumas vezes, mas eu nem ligava, continuava a meter entre os lábios. Ela forçou a cabeça pra tras, e tirou, respirando profundamente, enquanto punheteava. Começou a me lamber o saco, e a mordiscas as coxas. Fechei os olhos e deixei com que fizesse todo o trabalho. Fiquei imaginando como seria comer sua bucetinha quentinha e molhada. Comecei a fantasiar com seu cuzinho, enquanto meu pinto era acariciado por suas mãozinhas e língua. Ela começou a lamber minha barriga, enquanto trabalhava arduamente com as mãos, e ao sentir denovo sua boca na cabecinha, não segurei e gozei em sua boca, fartamente. Ela não conseguiu engolir tudo.
Segurei sua bunda, e a puxei pra mim, a fim de tirar toda a roupa e fodê-la ali mesmo, ao que a safada sussura em meu ouvido. Vou descer nessa cidade, tio, muito obrigada pela foda, foi deliciosa.
Tentei segurá-la, mas ela se desvencilhou e eu não podia sair com o pau na mão no meio dos passageiros. Voltei pro meu assento, e minha viagem até a cidadezinha foi regada à muita porra que saiu das minhas punhetas, pensando na ninfetinha que fez o melhor boquete da minha vida.

O Estagiário

Acordei molhada aquele dia... dois meses sem sexo e eu já estava subindo pelas paredes...

Pra você que não me conhece, meu nome é Marina, tenho 30 anos, e sou uma executiva bem sucedida na minha área, trabalho com exportação. Não sou um modelo de beleza a ser seguido, mas sei me arrumar. Faço o tipo mulher poderosa, exerço bem a minha função. Sou morena, tenho cabelos lisos, e sempre os uso soltos, olhos amendoados, seios e bunda médios, sempre escondidos atrás de um vestido bem feminino, ou dos terninhos com decote que uso no trabalho. Adoro sexo. O cheiro, o gosto, a textura... sexo é minha diversão.Há um certo tempo eu comecei a reparar num estagiário novo que entrou na empresa. 19 anos, franzino, cara de assustado, sempre de boné e fones de ouvido. Mas eu estava noiva e tentava esquecê-lo, apesar da constante ereção que ele aparentava apresentar no horário do almoço no refeitório.

Como eu havia dito anteriormente, eu estava sem sexo ha dois meses, desde o fim do meu noivado, e eu não via a hora de ter um macho de verdade denovo dentro de mim. Voltei a reparar no estagiário no trabalho, e até a sentar mais próximo dele na mesa do refeitório. Não sabia ao certo, porém, se ele era mesmo homem, nunca o vi olhando pra menina alguma, nunca o vi falando de mulher, e olha que na nossa empresa temos meninas muito bonitas! De repente me vi com vontade de provar se ele era mesmo gay ou não. Decidi que investiria por um tempo e veria a reação dele. Provocaria mais ainda com decotes e fendas, e o remanejaria de setor, para o meu setor, para poder atiçá-lo mais de perto.Segunda-feira ele começou no novo setor Trabalharia diretamente comigo, na minha sala. Apenas eu e ele o dia inteiro. Fui com um decote mais profundo ainda, fiz uma maquiagem leve, ajeitei meu cabelo num penteado bonito. Estava me sentindo mais bonita do que de costume. Nos primeiros 10 minutos expliquei a ele sobre suas novas funções e ele pareceu me ouvir atentamente. Depois mandei ele me buscar um café, q quando ele voltou, eu estava de pernas

cruzadas numa cadeira proxima a mesa dele. Tomei o café demoradamente enquanto ele me olhava, e ao final, passei lentamente a lingua sobre meus labios. Ele me olhou intrigado, mas nada falou, e assim os dias se seguiram, com pequenas insinuações minhas, mas nada muito sério. Eu estava crendo de verdade na homossexualidade dele, e o tratava quase como uma amiga. Um belo dia, porem, eu, com uma enxaqueca terrível, me encaminhei ao banheiro feminino, afim de molhar meus pulsos e pescoço para ver se relaxava um pouco. Quando estou prestes a entrar no

banheiro do meu andar, vejo ele saindo de lá de dentro. Eu o detenho com um braço e falo: então quer dizer que você é mesmo mulherzinha??? Foi retocar o batom??? E sorri, sarcasticamente. Ele apenas me olhou e disse: Pensa que eu não sei que você tá louca pra dar?? Que fica se masturbando no banheiro enquanto me vê na sala? Que acha que eu sou mesmo gay mas mesmo assim fica admirando meu pau por baixo da calça? Pra sua informação, o banheiro masculino está interditado, e eu usei o feminino desse andar, mas já que você tá precisando tanto de pica, e eu sou um bom

aprendiz, vou dar o que você quer!Me segurou forte pelo pulso e me jogou dentro do banheiro. Trancou a porta atrás de nós. Me jogou de frente pra pia, com força. Me segurei no mármore frio da pia do banheiro, e ele veio por trás,

colocando a mão na minha bunda. Com a mão livre, apertou meu peito dentro da blusa, quase rasgando meu soutien. Roçava a pica, ainda mole no meu traseiro, e sussurava no meu ouvido: você quer saber se eu sou homem de verdade, né, sua puta?! Vou arregaçãr essa buceta e meter muito nesse cú pra você ver o que é bom. De hoje em diante, você é minha e eu vou te comer do jeito que eu quiser.

Fiquei paralisada e não consegui falar nada pra ele. Em um minuto, ele já estava sem roupa e com o pinto duro me batendo a bunda. Despiu meu vestido com uma rapidez incrivel, e me virando de frente,, me jogou de joelhos no chão e segurou minha cabeça, me guiando até sua pica dura. Era realmente uma pica enorme, como eu imaginava, devia medir uns 24cm, e grossa, lisa, bonita, boa de pegar, apesar da grossura.

Ele dizia: vou por tudo no seu cú, sua vaia, você não queria isso??? Pois agora vai ter que aguentar! Eu realmente não acreditava que isso estava acontecendo. Eu estava gostando, apesar de sentir medo que ele me machucasse, ele parecia possuido. Ele falava comigo, entre os dentes: de hoje em diante eu serei o patrão e você vai fazer o que eu mandar!! Vai mamar o meu caralho todo dia, e me dar o cu sempre!

Eu engasgava com o pau dele na boca, era mais do que eu conseguia chupar, mas mesmo com medo e engasgando, eu lambia ele o maximo que podia, colocava na boca e sugava com vontade, eu amava fazer um boquete, sempre fui especialista. Massageava as bolas enquanto punheteava, ele gemia muito, e eu estava ficando cada vez mais molhada. Ele gozou na minha boca e eu deixei escorrer mais da metade. Nunca vi jatos tão fortes e fartos na minha vida!

Ao contrario do que eu imaginava, ele nao amolece! Continuou de pé com aquela vara apontando pra mim. Gritava: anda sua vaca, anda!!! Lambe meu pau, ainda tá melado! E batia com a cabeça na minha boca, segurando pela extremidade. Eu me esforçava pra lamber a cabeça melacada de porra, e ele continuava batendo no meu rosto com o pinto duro.

Me segurou pela cintura e me levantou com uma facilidade imensa, me sentando na pia. Eu estava impressionada com a força dele, como alguem tão magro e fragil conseguia ser tão forte??? O calor do tesão da minha bucetinha molhada entrou em contato com o marmorie frio da pia, e eu precisei segurar o gozo que veio. Ele abriu minhas pernas e meteu a lingua no meio, me chupando com uma fome incrivel! Ele massageava meu grelo enquanto metia dois dedos na raxinha. Me fudeu com a lingua até eu gozar novamente. Quanto eu estava completamente melacada, ele falou: agora você ta

pronta, e me puxou pro chão novamente. Me apoiou contra a parede, me deixando de costas pra ele.

Puxou minha cintura pra frente e grudou o rosto no meu pescoço, me sugando a pele e dizendo: Agora vc vai sentir um macho de verdade dentro de você!Logo depois de falar isso, senti uma vara me cortando a carne! A sensação que eu tinha era que algo muito grande estava sendo enfiado em mim. Senti uma dor imensa, e a pressão dos dedos dele nos

meus seios tb doíam. Senti as bolas baterem na minha bunda, percebi que todo aquele pau estava dentro de mim, e uma dor terrível me atingia. Tonteei, e ele me segurou e disse: não vai desmaiar agora, porque nossa brincadeira só começou! Me pressionou contra a parede e bombava forte, enquanto me estimuava com o dedo e lambia meu pescoço. A dor passou a dar lugar ao prazer, e eu comecei a gemer como uma cadela no cio. Ele urrava de prazer, dizendo coisas desconexas, me chamando de cadela e puta entre elas. Minha buceta gritava de prazer com aquela pica dentro dela. Ele

estava ofegante, senti o pau latejar dentro de mim e fui inundada por muita porra. Ele continuou metendo e eu perdi as contas de quantas vezes gozei tb. Ele tirou o pau de dentro e me mandou lamber pra deixar limpinho. Atendi prontamente e ele disse q me recompensaria por ter feito os melhores boquetes da vida dele.

Me colocou com o tronco deitado sobre a pia e arrebitou minha bunda. Senti medo misturado com prazer. Ele ia me comer o cu, e eu pouco tinha feito anal. Colocou a lingua la dentro e foi lambendo. quando lubrificou bem, enfiou um dedo e deixou lá, pra eu me acostumar. Depois colocou outro, e mais outro, e começou a fazer um leve vai e vem. Quando viu que eu já estava gostando da brincadeira, pegou seu pau ainda duro (ele nao amolecia nunca!!!) e passava a cabeça na minha xaninha, arrancando suspiros, e pincelando no meu cú, pra ajudar na lubrificação.

Encostou a cabeça do pau na portinha do meu cú e meu coração acelerou. Foi forçando e a dor foi me dominando, e eu implorei pra que parasse, que eu daria sempre a buceta, mas ele estava irredutivel, e queria o cú. Me deu vários tapas na bunda enquanto forçava a cabeça do pau. Senti ele respirar mais fundo, e então eu desmaiei! Senti uma dor terrivel, e senti sangue escorrer. Ele tinha metido de uma vez, passou até a metade. Ele foi me estimulando com o dedo no grelo e tapas na bunda e eu voltei do desmaio com ele dentro de mim, sem bombar. Ficamos assim uns 10 minutos, até que ele se movesse. E quando começou a se mover, eu pensei que estava me virando do avesso, de tanta dor que eu sentia. Pensei que nunca mais ia conseguir sentar, q ia ficar arrombada pro resto da vida. Ele bombava devagar e deitado por cima de mim beijava meu pescoço. Sua mão na saía de minha xana e depois de um longo tempo, a dor foi virando tesão, e o tesão virou prazer quando ele teve um orgasmo intenso dentro de mim. Jorrou porra até não caber mais dentro de mim.Ele tirou o pau do meu rabo e eu vi sangue nele... incrível como ainda não tinha amolecido. Tava assim, meia bomba, ele lavou na pia mesmo, e me disse: hoje você foi minha cachorrinha, e vai ser sempre agora, vai dar esse cú pra mim até quando eu quiser. E saiu do banheiro, guardando o pinto na calça, como se nada tivesse acontecido.

Me recompus e voltei à minha sala. Duas horas tinham se passado sem que eu me desse conta, tive que dizer que havia passado mal, o que dada minha cara de acabada, bem passou por verdade. Não conseguia parar de pensar no que tinha acontecido, havia sido quase um estupro, apesar de eu ter gozado muito. Usei de minha influência na empresa, e na semana seguinte aquele estagiário promissor estava na rua. Não me arrependo, até hoje, de nada, apesar de

ter sido uma foda e tanto, jamais daria certo. Hoje sei que ele tá comendo outra empresária de sucesso, pois está como diretor administrativo na empresa. Talento ele até tem, mas tenho certeza que nesse caso, a pica grande falou mais alto.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Elevador das Carícias

Oi, meu nome é Carina, e vou contar aqui algo que aconteceu mês passado. Sou ascensorista de um prédio muito luxoso na zona sul de São Paulo, onde trabalho a dois anos. Tenho um filho de 3 anos, sou mãe solteira. Sempre tive tara por negros, e apesar de eu ser branquinha, de cabelos castanhos, meu filho nasceu moreno-chocolate, uma graça! Não deixei de me cuidar depois que meu anjinho nasceu, continuo frequentando a academia e às aulas de natação, semanalmente. Por isso ainda mantenho a barriga sequinha, a bunda grande e as coxas grossas.
Meu trabalho não é o melhor do mundo, mas eu me divirto. Dentro do elevador sempre encontro alguém interessante, converso, faço amizades, me distraio, e às vezes vejo até mesmo coisas que não deveria estar vendo, como é o caso dos amassos do Alex, filho da síndica com a namoradinha dele. O menino é uma máquina! É um negão de quase 2m de altura, forte, musculoso, uma D-E-L-Í-C-I-A! Ele sempre atacava a menina ali no elevador, ela, coitada, muito tímida, morria de vergonha, mas sempre gemia com os dedos dele, sempre se contorcia, presa entre o corpo másculo dele e a parede do elevador. Confesso que em muitas vezes, ficava molhadinha com a situação, ele era um negro muito gostoso, mas me recolhia à minha condição e ficava apenas ouvindo aqueles gemidos tão excitantes. Alex era sempre muito alegre, muito malandro, sempre sorridente e brincalhão. Estranhei quando chegou mês passado com uma cara triste no elevador. Tinhamos liberdade pra conversar sobre tudo, e lhe perguntei o que estava acontecendo. Ele, muito triste, me disse que havia terminado com a namorada. Eu lhe disse que relacionamentos eram assim mesmo, e que amanhã ela já teria esquecido e eles voltariam, disse que o melhor era ele dormir, pois já estava ficando tarde, e amanhã seria outro dia. Ele sorriu, e me olhou, com aquele fogo nos olhos, vindo pro meu lado e perguntou:
- Você sabe o que me deixaria feliz essa noite?
Eu, prendendo a respiração, com aquele homem tão delicioso perto de mim, vendo a mão dele deslizar para o painel do elevador às minhas costas, apenas respondi, num fio de voz: o que?
Sinto o elevador parar, com um suave solavanco, e uma mão forte me segura por trás da cabeça, me empurrando aos encontro dos lábios dele, ao que ele diz, muito próximo de mim: isso! E me arrebata num beijo alucinante. Intenso, guloso, esfomeado e excitante, como se dezenas de línguas invadissem minha boca.
Senti seus dedos grandes e grossos invadirem a blusa de meu uniforme, meu lenço sendo arrancado do pescoço, e uma boca faminta que desce em direção a ele, beijando, sugando e mordiscando suavemente. Eu só conseguia gemer. Há muito tempo ninguém me tratava assim, com tanto desejo, com tanto tesão. Ele me pegou facilmente pela cintura e me colocou recostada na parede, pressionando seu corpo ao meu, me fazendo sentir o volume entre as suas pernas. Um membro muito duro me forçava à vulva. Uma mão abria os botões de meu blazer, e de minha blusa, e tirava meus seios pra fora do soutien.
Alex contornava agora meus seios, e chupava cada um deles, dando atenção especial aos mamilos, rijos de tesão. Abri os olhos e ele já estava sem camisa. Seu corpo negro reluzia. Seus músculos eram pura obra divina, um deus de ébano. Passava minhas mãos em seu peitoral, e segui até o seu zíper. Ele se afastou de mim, e colocou minhas mãos em cima de seu pênis ereto, e me fez massageá-lo, mesmo por cima da calça. Colocou a cabeça para trás e sorriu, deliciando-se com a cena. Eu o queria, queria ter aquele membro enorme em meus lábios, precisava sentir seu sabor. Ele abaixou-se e deitou no chão, tirando calção e cueca, e aquela vara negra e cabeçuda pulou pra fora, com suas veias destacadas, pulsando, com uma cabeça maior qu eum pêssego na ponta.
Tirei então minha saia, meia calça e calcinha, e deitei em cima dele, pousando minha bucetinha depilada em sua boca. Com o mínimo toque de seus lábios, estremeci. Ele foi suavemente lambendo cada parte minha, indo da buceta até o anus, enfiando sua grossa lingua dentro de mim, rija e potente. Eu me abaixei sobre seu pinto, e punheteei. Devia ter uns 23cm, e minha mão não conseguia circundá-lo. Cai de boca e salivei em cima dele, pra facilitar a manipulação. Ele soltou um gemido de prazer. Lambia a ponta da cabeça, alternando entre chupadas mais fortes. Massageava o saco, passando as unhas, e lambia toda a extensão do pênis, indo da base à glande. Coloquei na boca e não consegui ir até o fundo, enquanto ele me fudia linda e gostosamente com a lingua. Senti algo grosso e grande me penetrando, era ele que enfiava um dedo em mim, mantendo movimentos ritimados e constantes.
Com um dedo dentro, ele enfiou ainda lingua e eu senti meu corpo tremer. Desmanchei num gozo frenético em sua boca e mão. Senti meu néctar escorrer, e ele, como bom malandro, sugou-o todinho. Esforcei-me para dar o mesmo prazer que ele estava me dando. e Comecei a chupar com mais intensidade o seu delicioso pirulito. Mudei de posição e passei a chupa-lo olhando pra ele, fazendo cara de safada. Lambi toda a extensão da base, e mordisquei, levemente a ponta da glande. Segurei firme e comecei a batê-lo em meus lábios. Fui com 'fome' novamente e abocanhei até metade, tirando lentamente da minha boca quente, e senti o seu gozo de aproximando. Repeti, enquanto acariciava suas bolas, e minha garganta foi inundada por jatos quentes de porra. Seu leite saindo direto em minha garganta. Bebi tudo, e o deixei completamente limpo.
Nos levantamos e nos recompomos, nos vestindo rapidamente. Coloquei o elevador em funcionamento e paramos no seu andar. Antes de sair, ele colocando a mão entre as minhas pernas, e me excitando com a ponta do dedo na minha rachinha molhada, me disse: amanhã tem mais, gostosa, e saiu tranquilamente do elevador.
Hoje ele está de volta com a sua namoradinha, e eles se vêem todos os dias, mas as noites, essas sim, são todas minhas e eu aproveito da melhor maneira possível. Delícia de negão.

Meu Menino

Oi, meu nome é Luciana, tenho 25 anos e sou morena clara. Tenhos cabelos pretos lisos, na altura do ombro, uma bunda média e seios pequenos. Tenho 60kg distribuidos em 1,68. Comecei a trabalhar numa empresa de desenvolvimento de softwares e logo na primeira semana me dei bem com o pessoal. Trabalhava no financeiro, e não tinha muito contato com os outros setores. A equipe era formada quase que por completo por meninos, e todos eram muito simpáticos. A empresa tinha refeitório, e tinha um contato maior com eles na hora do almoço. Logo nos primeiros dias, sentei numa mesa de um rapaz tímido, magrinho, de olhos claros que se sentava próximo à janela. Ele era tímido, mas era dono de um sorriso fácil e muito bonito. Se chamava Matheus, e tinha 20 anos, mas aparentava ter 17,18. Quando me sentei à primeira vez com ele, comecei a puxar assunto, me apresentei e disse que era do setor financeiro, ao que ele me respondeu: eu sou garoto de programa. Desacostumada com as gírias da informática, arregalei os olhos e ele sorriu, me dizendo que isso significava que ele era um dos programadores do software. Sorri em retribuição mas não pude deixar de notar a beleza daquele rapaz. Esquadrinhei seu corpo e tracei um mapa com os olhos, das zonas que me interessavam. Olhos, boca, mãos, pernas, e uma bela bunda. Ele me confessou que jogava futebol aos finais de semana, e me convidou para ir assistir ao jogo da firma dentro de 15 dias, o que aceitei prontamente. Ele era uma delícia de menino, em todos os sentidos, e fui me encantando por ele, até imaginando aquele 'garoto de programa' todo tímido, no meu quarto, me satisfazendo.
Conversávamos muito durante o horário de almoço, e ele me falava de paixões platônicas e sonhos, e eu falava sobre desilusões e planos. No dia do tão aguardado jogo, encontrei com ele na quadra. Estava de uniforme, pronto para jogar. Desejei boa sorte e me sentei na arquibancada. Ele era bom de bola, driblava, fazia firulas e acabou marcando 3 gols, dos quais dois foram dedicados à mim. Enquanto ele jogava, eu imaginava aquele corpo suado sobre o meu, me levando às nuvens. Findo o jogo, saímos para comemorar a vitória e paramos com a turma num barzinho. A felicidade de todo mundo era tamanha que ficamos no bar até anoitecer. Eu estava de carro, mas bebi demais, e Matheus, que não bebia, se prontificou a me levar pra casa. Quando entrei no carro fui tentando me recobrar a lucidez, pois eu morava sozinha e teria aquele gostoso na minha casa, todo pra mim, mesmo que a intenção dele fosse apenas me levar, eu não o deixaria sair. Continue fingindo que estava muito bêbada. Ele colocou o carro na garagem, e me ajudou a entrar. Perguntei se ele não queria tomar um banho, e ele dissse que teria que ir embora, que eu já estava entregue. Resolvi então dizer que estava muito tarde, e era melhor ele dormir lá aquela noite, e comecei a fingir que estava passando mal. Ele me levou até a porta do banheiro e me mandou tomar um banho frio, enquanto preparava um café quente. No meio do banho, comecei a gritar por ele, certa de que ele viria, achando que eu estava passando mal de verdade, Debaixo do chuveiro, com a agua escorrendo pelo meu corpo, e ja quase lucida, abri a porta do box, completamente nua, e disse que estava tonta. Ele, paralisado, me olhando pelada, não sabia como reagir, e entrou para me segurar, temendo a minha queda. Aproveitando o abraço desajeitado, sugeri que ele tomasse banho, pois também deveria estar cansado. Ele resistiu, mas acabou tirando a camisa eo shorts, permancendo de cuecas.
Com o meu corpo apoiado no dele, peguei o sabonete, e comecei a ensaboa-lo, lentamente. Quando cheguei nas costas, me demorei propositalmente, roçando levemente 'acidentalmente' minhas unhas sempre que possível. ao virá-lo para ensaboar-lhe o peitoral, pude notar que ele apresentava uma ereção, e seu membro quase pulava para fora da cueca. Ele, meio sem jeito, tentava não olhar pra mim, mas eu o queria. Comecei a descer minha mão em direção a seu membro, e senti que ele prendia a respiração. Assim que toquei sua barriga, ele não se segurou mais, e me agarrou, me beijando freneticamente, enfiando sua lingua voraz dentro da minha boca, me pegando e me apertando contra si. Seu pinto, petrificado, roçava minha bucetinha molhada de tesão e pela água do chuveiro, e suas mãos ensaboadas percorriam todo o meu corpo. Amoleci de tesão em seus braços, e suspirei fundo quando ele investiu contra o meu pescoço, me beijando e lambendo.
Coloquei suas mãos em meus seios, e ele passou a brincar com os meus mamilos. Eu gemia muito, com uma das mãos acariciando-lhe o pinto por cima da cueca, e a outra a masturbar-me. Ele desligou o chuveiro e me levou para o meu quarto, e me jogou na cama, investindo contra a minha xaninha molhada. Me deu um banho de lingua, lambendo cada mínima parte da vulva depilada. Gozei em sua boca, e ele foi subindo pelas coxas, lambendo a virilha, chupando minha pele e me fazendo sentir desejada. Totalmente lubrificada, seus dedos entraram facilmente em minha boceta, e ele começou um leve movimento de vai e vem, com dois dedos enterrados em mim, eu gemia e me contorcia de prazer.
Ele então, resolveu me torturar. Foi até a cozinha e pegou cubos de gelo. Pôs um na boca e me beijou, me arrepiando completamente. Foi descendo com o cubo preso entre os dentes, me fazendo arrepiar. Brincou com os meus peitos, passando o cubo por entre eles e em volta dos mamilos, que estavam explodindo de tanto tesão. Eu queria ser penetrada, queria senti-lo dentro de mim. Desceu pela minha barriga, enquanto suas mãos trabalhavam habilmente em meus seios. Me acariciou as coxas com o gelo, e foi descendo em direção ao cu. Me virou de costas, pegou outro gelo e encaixou bem no meio do buraquinho. Vi estrelas de tanto tesão, que sensação maravilhosa!!! Com outro gelo, percorreu minha bunda, costas e nuca, descendo novamente até as pernas e subindo até minha xaninha, onde me fez outro oral, com o gelo na boca, e enfiando-o na portinha da minha entrada. Fui ao delírio com ele. Ele se satisfazia com o meu prazer. Totalmente sóbria nesse momento, e após ter gozado 3x com ele, resolvi dar-lhe prazer com a lingua. Deitei-o de costas e resolvi aderir ao gelo. Fui descendo pelo seu corpo, e ele ainda estava de cueca. Abaixei-me e coloquei o gelo logo abaixo de seu umbigo. Segurei a cueca com os dentes e olhei pra ele, com cara de safada. Ele olhava, atento ao que eu iria fazer, ansioso. Peguei novamente o gelo com a boca, levantei o cós da cueca com a boca, e joguei o gelo lá dentro. O choque da pele quente com o gelo o fez estremecer. Eu acariciava seu membro rijo e manipulava o gelo dentro da cueca, recebendo gemidos de incentivo como recompensa. Ele estava amando tudo aquilo, e arfava de prazer. Joguei mais duas pedras, e manipulei até chegarei às suas bolas. Ele não era muito bem dotado, estava na média, mas me despertava as fantasia mais loucas. Após torturá-lo por uns minutos, retirei sua cueca e caí de boca no pinto branquinho, com a cabeça rosada que pulou na minha frente. Era simplesmente lindo. Grossinho, com a cabeça lisinha. Fiquei chupando e lambendo por um bom tempo, alternando com mordiscadas enquanto fazia-lhe carinho nos testículos com as unhas. Mudei de posição e passei a abocanhar-lhe somente a cabeça, sugando-a e acariciando as bolas como numa massagem. Coloquei todo o membro na boca e lambia-o com movimentos aleatórios da lingua, sempre terminando na cabeça. Retirei, e olhando pra ele, comecei a punheteá-lo. Ele, de olhos fechados, gemia deitado na cama.
Segurei pela base e fui me sentando sobre ele. Ele gritou de prazer. Foi uma delicia sentir aquele pessego entrando na minha xana molhada. Quando a cabeça passou, soltei meu corpo em cima dele, e o pau entrou todo, até suas bolas baterem em mim. Comecei então a cavalgar, enquanto ele segurava minha cintura e ditava o ritmo. Me deitei sobre ele, e invertemos as posições. Ele ficou por cima, e nos beijamos demoradamente. Foi um mar de mãos que se pegavam, e apertavam. Ele bombava forte, ritimado, gostoso. Senti meu corpo estremecer denovo, e gozei demoradamente, gemendo muito. Ele passou a chupar-me os seios, e a tirar todo e colocar até o fundo, me fudendo e gritando de prazer. Me virou de lado e o aperto da minha xana apertava seu pau, ele pingava suor em mim, e eu estava adorando aquilo. Bombou ateh sentir seu pau latejar dentro de mim, e crescer. Ele explodiu em gozo e senti a porra escorrer de mim... sensação deliciosa. Ficamos deitados abraçados por um tempo, e ele retirou lentamente o pau pingando da minha xana, o que eu prontamente, tratei de limpar até a ultima gota, com mais um boquete, Deitamos e dormimos abraçados, até a manhã de domingo, com o pau dele no meio das minhas pernas. Acordamos e transamos muito, ele é simplesmente fantástico e me satisfaz completamente. Sei que ainda transar muito com ele, o meu garoto lindo e tímido, mas que é uma máquina de prazer na cama.

Praia dos Desejos

Olá, meu nome é Lúcia, tenho 28 anos, sou morena clara, 1,65 e 68kg. Adoro homens mais novos. Seus rostos lisinhos, suas peles macias, e sua insaciavel sede por sexo, me seduzem.
Foi por culpa dessa minha tara que conheci o André. 18 anos, corpo perfeito, aparentando ter lá seus 20, 21 anos. 1,85 de altura e 80kg muito bem distribuidos num corpanzil branquinho de deixar muita mulher babando. Sempre fui tarada por bunda. A textura, o tamanho... sempre olhei muito pra bunda de homem. Tem que ser algo másculo, carnudo, bom de apertar. O André era assim. Ele tinha tudo o que eu procurava num homem.
Eu era secretária numa multinacional no centro da cidade e gostava de ir pra casa a pé, no final da tarde. Vez e outra eu parava num quiosque em frente ao meu prédio e ficava observando os meninos na praia. Tentava domar a fera que fervia em mim só de ver aqueles corpos semi-nus, tomando coca-cola. Comecei a reparar num rapaz muito bonito que sempre passava com uma pasta de documentos e uma camisa com os primeiros botões abertos pela outra calçada todo dia. Ele entrava numa marina que ficava na esquina da minha rua. Comecei a sondar sobre ele e descobri que era o office-boy do local e que se chamava André, e que apesar de muito bonito, estava solteiro.
Todas as noites ia pra casa pensando naquele menino, tão novo mas já tão homem, sem camisa, com seu corpo pesando sobre o meu, na minha cama, no sofá, no chão, na mesa... fantasiava com ele a todo momento, eu precisava conhecê-lo o mais rápido possível, eu tinha que tê-lo dentro de mim, me preenchendo.
Decidi que naquela semana tentaria uma abordagem. Era domingo e resolvi ir à praia, espairecer e tentar me distrair vendo os garotos jogando futivôlei. Desci e me sentei sob um guarda-sol defronte ao jogo. Qual não foi minha surpresa quando vi André, apenas de sunga, no meio dos rapazes. Perdi completamente o ar. Fiquei maluca e senti meu biquini molhar... eu precisava dele, eu queria aquela delícia dentro de mim naquele minuto!
Fiquei completamente louca e me levantei e decidi passar por entre o jogo, certa de que minhas curvas chamariam atenção. Esperei o próximo saque, e no meio tempo de bola parada, atravessei, rebolando lentamente, a quadra improvisada na areia. Passei perto de André e recebi, sorrindo, os elogios dos meninos; cada palavra queimava meu corpo e me fazia arder de prazer... e me molhar mais. Parei uma fração de segundo diante dele, e dei um sorriso rápido em sua direção, ouvi, requebrando a caminho do mar, os outros meninos a incentivá-lo. Mergulhei de cabeça naquelas ondas e cada lambida das águas, eu me excitava mais.
Saí do mar completamente cega de desejo. eu só via André, eu só queria ELE dentro de mim aquela noite, independente do grupo sarado e suado que assoviava ao meu caminhar na praia. Passei pingando (por várias partes do corpo) por ele e articulei lentamente com os lábios: eu quero você... e saí andando para o meu guarda-sol. Deitei ansiosa debaixo dele, esperando, sabendo que ele viria.
Fechei os olhos e tentei relaxar. Alguns minutos se passaram e eu senti uma mão na minha coxa, que foi subindo, subindo, me arrepiando toda. De olhos fechados ainda senti o calor de um corpo deitar próximo ao meu, e um tronco que se movia pra cima de mim e sussurou no meu ouvido:
- Sua safada... acha que eu não vejo você me olhando todo dia do quiosque??? Pensa que não sei que me come com os olhos todos os dias? Que bate uma pensando em mim? É pica o que você quer? Pois então eu vou lhe dar! Vamos pro seu apartamento. Agora.
Sorri maliciosamente, ainda de olhos fechados pra ele, e com uma das mãos, fui acariciando seu peitoral. Cheguei numa espécie de corrente, e o puxei pra mim. Disse com a boca próxima a sua nuca:
- Hoje você será só meu e eu vou fazer com você o que eu quiser. Comporte-se e você me comerá sempre que quiser. Mordisquei o lóbulo de sua orelha e fui descendo até encontrar sua boca, e dei-lhe um beijo quente e cheio de desejo. Com a mão, explorei seu corpo até chegar à sua bermuda, e pude sentir o quão excitado ele estava. Aquele membro duro, quase furando o tecido, seria só meu hoje.
Levantei e o puxei pela mão ouvindo os gritos dos amigos dele, atravessamos a avenida e entramos no meu prédio. Subimos pro meu apartamento. Quando fechei a porta senti uma mão forte me agarrando pela cintura. Colou seu corpo ao meu e pude sentir, que numa velocidade incrivel ele já tinha tirado a bermuda e a sunga. Seu membro roçava minha bunda por cima do biquini e eu sentia sua cabeça forçar minhas nádegas. Eu estava mole de tanto tesão.
Ele me virou de frete, arrancou com a boca o meu biquini e me levantou contra a parede. Enquanto mordiscava os meus mamilos, me apoiava em seu corpo com uma das mãos. Enlacei minhas pernas em sua cintura e cravei minhas unhas em suas costas. Apalpava toda a extensão de seu tronco. Levei uma de minhas mãos à sua bunda. Que garoto gostoso! Uma bunda durinha, que cabia exato na minha apalpada.
Ele sussurava, louco: quero você, sua vadia! Todinha pra mim, todinha! Abre essas pernas!
Eu, completamente sem forças só gemia e fazia o que ele mandava. Ele encaixou a cabeçorra na minha entrada e estocou forte, e fundo, e ficou assim por um tempo. Me senti feliz, preenchida por inteiro. Ficamos assim uns 5 minutos e então ele começou a bombar, bem devagar. Tirava até a metade e depois enfiava tudo, até sentir suas bolas batendo no meu púbis. Eu apreciava cada milímetro daquela pica grande e grossa. Ele começou a meter num ritimo alucinado, dizendo coisas desconexas e gemendo muito.
Eu só gemia e arranhava aquelas costas largas. Ele me virou de costas e me apoiou na parede, metendo por trás. Senti meu corpo estremer e minhas pernas ficaram bambas, gozei como nunca e meu gozo escorreu pelo pinto duro dele. Amoleci e ele me segurou e me levou montada na sua pica para o sofá. Me deitou de frente pra ele e colocou minhas pernas em seu pescoço, e fiquei arreganhada, na posição de 'frango assado' Fiquei impressionada em como ele tinha pique! Estavamos transando a mais de uma hora e ele ainda nao tinha gozado. Seu corpo pingava suór e pude perceber que ele estava se esforçando para me impressionar. resolvi incentivá-lo gritando que ele tinha o pau mais gostoso do mundo, que era mto bom de foda, e que a partir daquele dia ele poderia me comer sempre que quisesse. senti seu pinto crescer dentro de mim, e fui inundada pelo mar de porra que saiu dele.
Ele deixou seu corpo cair sobre o meu e respirava ofegante, com a cabeça em meu peito. Seu pinto ainda não tinha amolecido dentro de mim. Comecei a fazer carinho em seus cabelos, e deslizar as mãos pelas suas costas, ele foi retirando, lentamente, aquele pau enorme de dentro de mim. Ele me disse: você é muito gostosa, vou querer te comer sempre. Nossa, que buceta deliciosa! Dei um beijo demorado nele e o chamei para uma ducha, o puxando pela mão.
Continuamos a transar toda semana, e várias coisas deliciosas aconteceram, mas isso ficam pra outros contos. Beijos!