segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Do virtual para o real


Oi, meu nome é Thalita, sou morena clara, 21 anos e sou bem tímida. Sempre gostei de conversar com rapazes na internet, e acabei conhecendo muitos caras legais. Meu último encontro virtual foi com o Leonardo, um rapaz um ano mais velho que eu, do interior. Leonardo era muito brincalhão, e sempre lançava mão de umas frases de duplos, triplos, quadrúplos sentidos em nossas conversas, mas eu nunca dei muita bola, afinal, sou bem desconfiada quanto à relacionamentos virtuais, mas - devo confessar- foi atiçando minha imaginação. Ele é, fisica e psicologicamente o tipo de garoto que nunca me interessou: tatuagens, alargadores, correntes, anéis, mas eu fui sentindo uma vontade louca de conhecer algo novo. O Leo era perfeito pra isso. Safado que só, sempre me falava sobre o seu corpo, me dando detalhes de suas partes íntimas. Eu apenas ria, afinal, não aprovava esse tipo de comportamento no meio virtual. Uma bela e fria noite no litoral, ele, com o pretexto de me mostrar seu novo alargador abre uma conversa com vídeo, ao que percebo que ele está com o dorso nú. Entre brincadeiras, ele me diz que está excitado, o que aguça a minha curiosidade feminina. Depois de uma série de frases maliciosas, aceito ver o seu membro rijo por baixo de sua cueca. Percebo que é realmente grande. Sinto meus lábios (todos) salivarem. Ele avança mais, e com a minha permissão, tira a cueca e aquela vara pula pra fora, apontando para o teto, ereta. Meu desejo aumenta. Ele manipula o cacete duro com cuidado, devagar, me atiçando ainda mais. Começo a alisar também a minha buceta por cima da calça do pijama. Quando me dou conta, estou com dois dedos enterrados em mim, me masturbando e olhando-o se masturbar. Gozamos juntos, mas meu desejo continua. Tomo um banho frio e tento acalmar o fogo que queima entre minhas pernas. Naquela noite decidi que queria seu membro dentro de mim.
Sábado, acordei cedo e peguei meu carro rumo à cidade dele. Tentei me concentrar ao máximo nos 400km de estrada, mas volta e meia seu corpo, nú, invadia minha mente. Cheguei no portal que identificava o município de pernas bambas, e trêmula, liguei para ele. Gelei quando ele atendeu, e eu disse: estou aqui, quero você. Agora.
Ele então me deu as coordenadas da sua casa, e me disse que estaria sozinho por todo o final de semana. Era o que eu queria ouvir. Acelerei meu carro e segui a rota que ele me indicou. Parei frente ao seu portão, buzinei. Ele apareceu, apesar do frio de 15º do lado de fora, apenas de bermuda. Seu corpo de garoto, tão bem desenhado, de músculos rijos, arrepiados com a temperatura. Desci com dificuldade do carro, devido a tremedeira das pernas.
Abracei-o e senti encostar em mim justamente o que eu queria sentir, aquele membro duro, me cutucando a pelves. Alisei suas costas com as minhas unhas, e entramos. Ao fechar o portão, ele me empurrou contra o muro, do lado de dentro, enfiando sua língua dentro da minha boca, explorando cada centímetro, desbravando todo perímetro. Retribui gulosamente e durante dois minutos nossas línguas eram dragões brigando por espaço nas constelações dos céus de nossas bocas. Desceu, mordiscando e acarinhando com os lábios, pelo meu pescoço, colocando sua língua molhada em contato com a minha pele. Eu suspirava e gemia, puxando seus cabelos, querendo mais e mais dele.
Respirando com dificuldade, me puxou pela mão e me levou para o seu quarto, jogando minha mochila no chão e me jogando na cama. Subiu e passou suas pernas ao meu redor, me dominando. Tirou minha blusa e foi sugando minha pele. Lambeu e chupou meus peitos, brincando com os mamilos e mordiscando de leve os bicos, me deixando louca de tesão. Roçava seu pinto em minha xana, por cima de nossos tecidos, e eu gemia alto, querendo logo tudo aquilo me preenchendo. Desabotoou minha calça e desceu junto com a minha minúscula calcinha, deixando à vista meu sexo quente e úmido. Sorriu maliciosamente, ficou de joelhos no chão, dobrou minhas pernas e enquanto acariciava-me as coxas, lambia-me a virilha. Parou com sua boca bem próximo à minha vagina. Pude sentir seu hálito quente nela, e soltei mais melzinho. Ele colocava só a pontinha da língua e fazia movimentos ciculares com o meu grelo, me enlouquecendo. Enfiou um pouco mais e me lambia inteira. Babava nela e chupava. Metia a linguona até o fundo e brincava com ela lá dentro. Eu gozei fartamente em sua boca, me contorcendo. Ele me segurava pela cintura e me pressionava contra sua boca. Me deu tapinhas na boceta enquanto metia sua lingua. Foi fantástico. Me virou de costas e subiu em mim, acariciando toda a extensão das minhas costas. Acariciava minha bunda e forçava um dedinho molhado no meu cú.
Ele ainda estava de calça, e eu me virei e fiquei por cima, prendendo com as minhas pernas. Coloquei meus peitos em sua boca e ele mamava como um bebê. Eu cavalgava devagar sentada em seu colo, me esfregando nele. Deitei-o na cama e beijei todo o seu corpo. Dei atenção especial à sua barriga e a mordisquei. Era chegada a hora de tê-lo em minhas mãos. Tirei sua calça e o acariciei por cima da cueca. Estava quase rasgando o tecido, de tão duro. Abaixei a cueca e o agarrei pela base. O masturbei um pouquinho e ele gemia. Segurei suas bolas e massageei. Seguei firme e enfiei na minha boca. Aquela cabecinha, num tom de rosa escuro, sendo engolida pelos meus labios quentes... delicia. Babei muito nele e fui chupando. Voltei a punheteá-lo, lambendo bem a ponta da glande. Chupei suas bolas e brincava com a ponta das unhas em sua virilha. Tentei enfiar tudo na boca, mas nao consegui. Ele segurou minha cabeça e começou a meter fundo em minha garganta. Tirei seu pau da boca e coloquei uma camisinha. Deitei na cama, fiquei em posição de frango assado e disse: vem!
Ele veio, apontando aquela vara pra mim. Colocou a cabecinha e forçou. Devido ao tamanho, não entrou de primeira. Colocou com um pouco mais de força e seu pau deslizou lindamente por mim. Ficou com ele lá dentro por uns segundos até começar o vai e vem. E quando ele começou, a sensação foi maravilhosa. Ele metia fundo e tirava devagar, enquando acariciava meus seios. Abaixei minhas pernas e começamos um papai e mamãe mais rápido, nos beijando. Eu segurava sua bunda e ditava o ritimo. Ele tinha uma bunda grande e lisinha, gostosa de apertar. Me virei de lado e ele levantou uma perna minha e continua metendo, metendo, metendo... voltamos pro papai e mamãe e eu comecei adar chupões em seu pescoço, e peito. Gozei mais de 3x, e ele gozou muito dentro de mim depois que eu mordisquei seu lábio. Foi sensacional. Ele caiu, exausto por cima de mim. Nossos corpos, suados, tremiam. Deitamos de lado e adormecemos, com o seu pau entre as minhas pernas e o nosso calor nos aquecendo, num abraço protetor.