
Oi, meu nome é Maurício, tenho 20 anos e o que eu vou contar aqui aconteceu há dois meses, num parque em São Paulo. Eu namoro a Talita, 21 anos, morena, bunda maravilhosa, peitos médios, uma mulata sensacional. Estamos juntos há alguns meses, mas o fogo dela é inapagável. Até eu, que sempre fui comedor me canso antes dela, às vezes. Faço meu "serviço" muito bem, e ela nunca reclamou da minha ferramenta, de 18cm.
Ela gostava das transas loucas em lugares incomuns. Quando a gente saía, eu tinha que estar sempre preparado, porque volta e meia acontecia dela me agarrar num banheiro, num banco, num beco qualquer. Era um domingo, e tinhamos combinado de passear no parque. Peguei minha morena logo cedo em casa, mochila nas costas, fomos na minha moto pro Ibirapuera. Chegamos lá, ficamos namorando embaixo das árvores, ela sempre me alisando a coxa e a barriga, brincando comigo e assim passamos o dia. Lá pelas 16h, o céu começou a escurecer. Ia vir uma chuva bem à paulistana, e de moto, sem capa de proteção é ruim andar pela cidade. Resolvemos ficar ali embaixo da árvore, estávamos perto do planetário. O parque foi esvaziando e nós fomos ficando. Me posicionei atrás de Talita e meu pau ficou bem em sua bunda. A chuva caiu pesada e ficamos ali parados. Para protegê-la do vento frio, a abracei e colei mias meu corpo ao dela. Sentindo meu pinto em suas nádegas, minha morena começou a se mexer e a esfregar aquele pandeirão no meu pau, que logo deu sinais de vida e começou a endurecer. Eu á sabia o que ela ia querer fazer, e fui me entregando ao jogo dela.
Elá então, resolveu se virar de frente pra mim e foi com as suas unhas percorrendo o meu pescoço e costas. Demos um longo beijo apaixonado e cheio de tesão. Ela mordiscou meu lábio e foi descendo com a sua boca explorando meu corpo. Aquela menina sabia me provocar. Tirou minha camisa que ja estava ensopada da chuva e foi secando meu corpo molhado com a sua língua, sugando leve e maliciosamente as gotas. Num gesto feroz, arrebentou o botão da minha calça e agaixada, começou a passar a mão por cima de minha cueca. Eu fiquei encostado no tronco da árvore, respiração suspensa, apenas sentindo o momento. Nem me atentei mais ao fato de estarmos num parque público e sermos pegos. Apenas me deixei levar.
Ela, num movimento rápido, abaixou a minha calça e cueca, deixando meu pinto apontado em sua direção. Me olhou com aquela cara de cachorra safada e caiu de boca nele. Lambia e chupava com maestria, punheteando e babando no meu pau, massageando minhas bolas, lambendo a cabeça e me fazendo gemer baixinho, agradecendo por ter aquela boquinha quente em mim. Suas unhas percorriam minha barriga e coxas, e ela resolveu brincar com a minha bunda, passando as unhas nas nádegas e tentando enfiar um dedo no meu cú. Tirei sua mão dali e tranquei minha portinha. Nada entraria ali. Coloquei sua mão em minhas bolas e ela massageou gostoso. segurei sua cabeça com as mãos e comecei a meter em sua boca, indo até a sua garganta. Doido de tesão com aquele hálito quente ao redor do meu pau, gozei fartamente em sua garganta, e meu amor, como uma grande putinha, engoliu cada mililitro.
Subiu com aquela carinha de safada e se apoiou na árvore, ao meu lado, me puxando para si. Minhas calças arriadas e meu pinto ainda pra fora. Forçou minha cabeça em direção à sua xaninha, que mantinha sempre depilada. Levantei sua saia e abaixei sua calcinha com pressa, sabia que a encontraria molhadinha, à minha espera. Abri um pouco suas pernas aproveitando que ela stava encostada no tronco da árvore. Me posicionei embaixo dela e fui lambendo todo o seu grelo. Ela gemia de tesão. Meti minha língua entre os grandes lábios e seu suco escorria pela minha boca. Enfiei um dedo, e mais um, e comecei a meter-lhe a lingua, bem fundo. Tirei os dedos e comecei a forçar um em seu cuzinho, enquanto minha boca percorria toda a sua bocetinha. Acostumada ao sexo anal, meu dedo entrou fácil em seu cuzinho, que pisca com ele la dentro. Iniciei um vai e vem ritmado com o dedo, enquanto babava muito em sua xana. Metia fundo a lingua nela, e ela gemia alto. Com medo de que alguém nos pegase, puxei meu amor para próximo à lateral do planetário, ficando assim escondidos pela arquitetura do local.
Sentei no chão e ela sentou por cima. Beijei sua boca e cadenciei seus movimentos segurando pela cintura. Ela cavalgava rápido, como louca, e meu pau entrava e saía daquela boceta maravilhosa e depilada, toda babada por mim. Mudei de posição e fiquei de joelhos, e coloquei suas pernas em meus ombros e meti mto rapido. Eu estava louco de tesão. Senti meu pau crescer dentro dela, e o corpo dela tremia. Gozamos juntos, numa explosão de porra que escorria pra todos os cantos da grama do parque. Delícia de tarde chuvosa.
Ela gostava das transas loucas em lugares incomuns. Quando a gente saía, eu tinha que estar sempre preparado, porque volta e meia acontecia dela me agarrar num banheiro, num banco, num beco qualquer. Era um domingo, e tinhamos combinado de passear no parque. Peguei minha morena logo cedo em casa, mochila nas costas, fomos na minha moto pro Ibirapuera. Chegamos lá, ficamos namorando embaixo das árvores, ela sempre me alisando a coxa e a barriga, brincando comigo e assim passamos o dia. Lá pelas 16h, o céu começou a escurecer. Ia vir uma chuva bem à paulistana, e de moto, sem capa de proteção é ruim andar pela cidade. Resolvemos ficar ali embaixo da árvore, estávamos perto do planetário. O parque foi esvaziando e nós fomos ficando. Me posicionei atrás de Talita e meu pau ficou bem em sua bunda. A chuva caiu pesada e ficamos ali parados. Para protegê-la do vento frio, a abracei e colei mias meu corpo ao dela. Sentindo meu pinto em suas nádegas, minha morena começou a se mexer e a esfregar aquele pandeirão no meu pau, que logo deu sinais de vida e começou a endurecer. Eu á sabia o que ela ia querer fazer, e fui me entregando ao jogo dela.
Elá então, resolveu se virar de frente pra mim e foi com as suas unhas percorrendo o meu pescoço e costas. Demos um longo beijo apaixonado e cheio de tesão. Ela mordiscou meu lábio e foi descendo com a sua boca explorando meu corpo. Aquela menina sabia me provocar. Tirou minha camisa que ja estava ensopada da chuva e foi secando meu corpo molhado com a sua língua, sugando leve e maliciosamente as gotas. Num gesto feroz, arrebentou o botão da minha calça e agaixada, começou a passar a mão por cima de minha cueca. Eu fiquei encostado no tronco da árvore, respiração suspensa, apenas sentindo o momento. Nem me atentei mais ao fato de estarmos num parque público e sermos pegos. Apenas me deixei levar.
Ela, num movimento rápido, abaixou a minha calça e cueca, deixando meu pinto apontado em sua direção. Me olhou com aquela cara de cachorra safada e caiu de boca nele. Lambia e chupava com maestria, punheteando e babando no meu pau, massageando minhas bolas, lambendo a cabeça e me fazendo gemer baixinho, agradecendo por ter aquela boquinha quente em mim. Suas unhas percorriam minha barriga e coxas, e ela resolveu brincar com a minha bunda, passando as unhas nas nádegas e tentando enfiar um dedo no meu cú. Tirei sua mão dali e tranquei minha portinha. Nada entraria ali. Coloquei sua mão em minhas bolas e ela massageou gostoso. segurei sua cabeça com as mãos e comecei a meter em sua boca, indo até a sua garganta. Doido de tesão com aquele hálito quente ao redor do meu pau, gozei fartamente em sua garganta, e meu amor, como uma grande putinha, engoliu cada mililitro.
Subiu com aquela carinha de safada e se apoiou na árvore, ao meu lado, me puxando para si. Minhas calças arriadas e meu pinto ainda pra fora. Forçou minha cabeça em direção à sua xaninha, que mantinha sempre depilada. Levantei sua saia e abaixei sua calcinha com pressa, sabia que a encontraria molhadinha, à minha espera. Abri um pouco suas pernas aproveitando que ela stava encostada no tronco da árvore. Me posicionei embaixo dela e fui lambendo todo o seu grelo. Ela gemia de tesão. Meti minha língua entre os grandes lábios e seu suco escorria pela minha boca. Enfiei um dedo, e mais um, e comecei a meter-lhe a lingua, bem fundo. Tirei os dedos e comecei a forçar um em seu cuzinho, enquanto minha boca percorria toda a sua bocetinha. Acostumada ao sexo anal, meu dedo entrou fácil em seu cuzinho, que pisca com ele la dentro. Iniciei um vai e vem ritmado com o dedo, enquanto babava muito em sua xana. Metia fundo a lingua nela, e ela gemia alto. Com medo de que alguém nos pegase, puxei meu amor para próximo à lateral do planetário, ficando assim escondidos pela arquitetura do local.
Sentei no chão e ela sentou por cima. Beijei sua boca e cadenciei seus movimentos segurando pela cintura. Ela cavalgava rápido, como louca, e meu pau entrava e saía daquela boceta maravilhosa e depilada, toda babada por mim. Mudei de posição e fiquei de joelhos, e coloquei suas pernas em meus ombros e meti mto rapido. Eu estava louco de tesão. Senti meu pau crescer dentro dela, e o corpo dela tremia. Gozamos juntos, numa explosão de porra que escorria pra todos os cantos da grama do parque. Delícia de tarde chuvosa.
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