domingo, 27 de junho de 2010

Aluno Nota 10



Olá, meu nome é Vera, tenho 47 anos, sou loira e dou aulas de matemática em escolas particulares da cidade, no ensino médio. Como devem saber, matemática não é a matéria preferida da maioria dos alunos. Sou divorciada e não tive filhos, de modo que moro sozinha num apartamento simples, mas muito aconchegante próximo a escola. Minha rotina não é muito agitada: acordo cedo, vou dar aulas, almoço, vou à academia, cuido da casa, dou aulas a noite novamente e depois durmo pra voltar à rotina. Finais de semana ou fico em casa preparando aulas, ou recebo uns amigos em casa, ou saio com as amigas para algum barzinho ou cinema, nada muito agitado.
Amo o que eu faço. Matemática é mais do que uma profissão, é uma paixão eterna pra mim. Tento fazer das aulas algo prazeroso, pois entendo que muitos estudantes quando chegam ao ensino médio já trazem o bloqueio contra a matéria em suas mentes, algo que eu dificilmente conseguirei quebrar, mas tento, ao menos, tornar menos doloroso. Gosto de recompensar os bons alunos, e sempre levo livros e bombons para quem se destaca. Também peço a ajuda deles para que a turma consiga entender a matéria. Eles se tornam meus monitores, e me ajudam a explicar a todos os alunos, dando mais atenção aos casos mais sérios. Um de meus monitores do 2º ano era o João, um aluno exemplar, de 16 anos, franzino, cabelo de lado, oculos, tímido, totalmente nerd. Era o melhor aluno da escola, inteligente que só. Eu o achava muito bonito. Tinha um corpo em evolução por baixo daquele uniforme, e eu notava. Não porque eu tinha algum interesse, mas porque estavamos sempre em contato. Vez por outra comentava com ele que as meninas da escola eram umas trouxas que não ligavam pra ele. Ele, muito tímido, apenas ficava vermelho e nada dizia.
Era uma segunda-feira, e ele veio falar comigo a respeito da prova de treineiros da USP a qual ele se inscrevera. Veio pedir a minha ajuda nos estudos. Eu me prontifiquei a ajudá-lo ficando marcada nossa primeira aula extra para às 15h, em minha casa, após as aulas dele e antes das minhas aulas no período noturno. João era um aluno muito querido e inteligente e não era sacrifício nenhum ajudá-lo, além de preencher meus períodos de "ócio" vespertino fazendo o que eu mais amo: ensinar.
Ele chegou e me pareceu meio deslocado ali em minha sala. Tentei deixá-lo mais à vontade conversando sobre amenidades. Ele sorria quase sempre, mas não prolongava muito o assunto. Resolvi então começar a aula, antes que ele desistisse de tudo. Abrimos as apostilas e cadernos e ele foi me mostrando o que cairia na prova. Fui anotando tudo numa folha a parte e fomos tirando dúvidas. Ele era muito esperto e sabia quase tudo já, apenas uns ajustes ou outros e tinha certeza que ele passaria. Não sei porque, mas o senti nervoso, ansioso, como eu nunca tinha o visto. Ele sempre foi timido, mas muito seguro de si em seus exercícios, em suas atitudes, até mesmo pra um adolescente. Eu o conhecia ha dois anos e estava achando sua atitude muito estranha. Ele mal me olhava. De repente, no meio de um exercício de logarítmo, ele larga o lapis e me pergunta: professora, o que eu tenho de errado?
Arregalei meus olhos e fiquei olhando pra ele, sem entender o que ele queria dizer. Ele continuou ofegante, me olhando. Eu, sem saber como agir, peguei em sua mão e disse: como assim João? O que você tem de errado? Não há nada de errado com você. Você é inteligentíssimo, passará facilmente na USP... ao que ele me interrompe, falando mais alto e ansioso:
-EU NÃO TÔ FALANDO DA USP! EU TÔ FALANDO DE MULHERES!
Ele estava trêmulo, suava, eu o puxei pelas mãos e o sentei novamente na cadeira. Tentei acalmá-lo. Deitei sua cabeça em meu cólo, e ele chorava. Como uma mãe, fiz cafuné em sua cabeça, tentando entender tudo o que se passava ali dentro. Senti que sua respiração ainda estava forte. Resolvi dizer coisas bacanas como: "você vai encontrar uma mulher que te mereça," "aquelas meninas da escola são umas bobas", "você é bom demais pra elas" e coisas do gênero, quando ele me surpreende, levantando a cabeça e dizendo:
- Mas eu não quero elas, eu quero você!
E me ataca os lábios, velozmente, não me dando tempo ou condições de reagir. Recebo o beijo afoito, sem jeito, voraz. Tudo aquilo me assusta, mas... não me afasto dele. Na verdade fazia um bom tempo que ninguém me deseja tanto. Que eu me sentia tão mulher. Sabia que era errado, afinal ele era menor de idade, e era meu aluno, mas resolvi que era hora de aproveitar as delícias que a vida estava me oferecendo. Com calma fui retribuindo o beijo, o que o assutou, pois creio que imaginava que eu o repeliria.
Segurei sua cabeça e acarinhava seus cabelos enquando minha língua passeava por sua boca, desbravando aquela área inexperiente do menino. Meus dedos desceram por seu pescoço, e minhas unhas riscavam sua pele em chamas. Minha boca procurou por outras partes de seu corpo, e fui descendo pescoço abaixo, sugando sua dele e deixando leves marcas.
Ele, afoito, já apresentava o membro rijo, entumescido como um mastro erguido, com a bandeira flamejante. Segurei-o pela mão e o guiei até meu quarto. Pelo visto teria muito mais a ensinar aquele garoto do que fórmulas matemáticas. Fechei a porta às nossas costas, e o encostei na parede, beijando-o, faminta. Suas mãos percorriam meu corpo, quentes e úmidas. Arrancou minha blusa e o olhou-me, paralisado: meu corpo era bem moldado para uma senhora de 47 anos. Guiei suas mãos até meus seios, e tirei meu soutien, deixando-os livre para a imaginação do menino, tão homem ali presente. Ele se abaixou em direção a eles, e lambeu-os, como quem lambe um picolé no verão. Brincou com os mamilos e eu o pedi para mordiscar, de leve. Não aguentando mais com tanta água na boca, tirei sua bermuda e seu pênis quase rasgava a cueca de tão duro. Abaixei a cueca e ele fechou os olhos. Ainda pressionando-o contra a parede, me abaixei e segurei seu membro com força. Punhetei de leve e ele gemeu.
Seu pinto não era enorme, estava na média, creio que uns 16cm, e bem grossinho. Uma cabeça lisinha, rosada, toda úmida, como a implorar um beijo meu. Ele se depilava. Achei aquele pênis uma graça e coloquei na boca, brincando com os seus testículos. Ele gemia alto, recebendo o calor da minha boca quente. Não queria que ele gozasse agora, queria tê-lo pra mim a tarde inteira. Queria ser inesquecível na vida dele. Salivei bem em seu pau e me levantei. Tirei o restante da roupa que eu ainda tinha, e o chamei. Ele veio, com a vara na mão. O posicionei de pé, na ponta de cama e ele encaixou a cabecinha em mim. Agarrei-o com as pernas, e o puxei levemente. Ele ententeu e meteu fundo...
Vi estrelas naquele momento. Ele, meio sem ritmo, começou a bombar. Se esforçava muito para me fazer gozar, mas notei que ele gozaria bem antes. Resolvi mudar de posição, e o deitei de barriga pra cima na cama. Beijei sua boca enquanto sentava em cima de seu membro, duro e molhado. Ele gemia enlouquecidamente. Comecei a cadenciar os movimentos e ele brincava com os meus bicos dos seios. Senti que o gozo estava próximo. Saí de cima dele e coloquei tudo na boca. Queria sentir seu leitinho quente na minha garganta. Chupei-o vigorosamente, alternando com lambidas na glande e massagem nos testículos, e ele gozou, linda e fartamente na minha boca. Engoli cada mililitro de seu néctar e permaneci com o seu pênis na boca até amolecer.
Me virei por cima dele e o abracei... me senti a mulher mais feliz do mundo naquele momento. Ele sorria, com aquele ar juvenil, satisfeito. Eu queria mais, muito mais. Resolvi ensiná-lo a me dar prazer coom a língua. Coloquei um travesseiro embaixo do meu quadril e abri bem as pernas. Pedi para que ficasse ajoelhado no chão, com o rosto de frente pra "ela". Ele sorria de nervoso, eu o achava a cada segundo mais lindo e mais homem. Pedi para que lambesse toda a extensão, salivando bem. Ele atendeu prontamente, e estremeci com a sua língua lisinha e quente. Instrui que abrisse com as mãos, os grandes lábios, e enfiasse a sua língua la dentro, como se ela fosse um pênis. Pedi que desse lambidas rápidas no clítoris, como se fossem "tapas". Eu estava extremamente molhada, ele aprendia rápido. Pedi que enfiasse devagar um dedo, tomando cuidado para não me machucar com as unhas. Ele meteu o dedo e foi fazendo um vai e vem, e com os lábios, foi beijando as coxas e a virilha, lambia rapidamente os pequenos lábios, e metia fundo a língua. Gozei fartamente, quando ele, docemente, beijou meu clitóris, como se beijasse uma criança recém nascida, com carinho.
Ele se posicionou atrás de mim, e colocou seu pênis entre as minhas coxas, já estava meia bomba. Eu estava completamente feliz e realizada. Ele me abraçou, e ficamos deitados de conchinha. Adormecemos e acordei a noite, com algo duro me cutucando por trás, na entrada do cuzinho, mas essa já é outra história...

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