Oi, meu nome é Mauro, tenho 48 anos e faço o estilo "tiozão". Apesar de estar na meia idade, gosto muito de me cuidar, malho todos os dias, mantenho minha alimentação e me visto bem, sei me apresentar. Como sou representante comercial, acabo tendo que fazer várias viagens e treinamentos em outras cidades e estados, e nem sempre vou com o meu carro, visto a distância e o desgaste da viagem. O que vou lhes contar agora aconteceu a caminho de um treinamento, numa cidadezinha no interior de São Paulo, a 5h da Capital.
Peguei o ônibus à meia-noite na rodoviária, um carro de aluguel estava à minha espera na rodoviária da pequena cidade, para tornar a minha locomoção mais fácil no local. Como não é uma cidade muito badalada, poucas pessoas estavam no ônibus, e eu, afim de dormir, me dirigi às poltronas do fundo, onde recostei nas duas cadeiras para tirar um cochilo. 5 minutos antes do motorista dar a partida, sinto alguém roçar em minhas pernas, que estavam quase pra fora do banco, devido ao meu tamanho (tenho 1,90m). Abri os olhos e paralisei: uma loirinha linda, estava sentada nas poltronas ao lado das minhas. Ela era simplesmente deliciosa. Acho que fiquei olhando meio embasbacado pra ela, porque ela me sacudiu pelo braço e disse: tio, você tá passando mal?
Saí do transe e me concentrei. Uma loira, gata, novinha, peitinhos pequenos e durinhos, uma bundinha redondinha, metida numa calça legging justinha, desenhando perfeitamente o espaço da sua bucetinha gordinha, sentada na poltrona no fundo. Isolada do restante dos poucos passageitos além de mim, era a prova mais que concreta que alguém lá em cima me amava muito. Estava numa seca sexual de dar dó: 10 meses sem ter uma mulher nos braços, ficando só na mão, literalmente, e agora, quando eu ficaria 5 longas horas no frio da madrugada, tendo apenas minha imaginação pra me distrair, essa gata aparece...
Respondi negativamente, falando que estava distraído. ela sorriu e se virou para janela. Fiquei inquieto, olhava toda hora em sua direção. Ela, de olhos fechados e fones no ouvido não notava, o que me deixava aliviado e ao mesmo tenso ansioso. Uma hora de viagem, eu já perdido em meus pensamentos sacanas com a gata, alisando o pau por cima da calça, ouço um gemido baixinho. Pensei ter sido coisa saída dos meus pensamentos, e não dei muita bola. Alguns minutos depois, ouço outro gemido, dessa vez mais nitido. Resolvi procurar quem mais estava pensando em sexo, e qual não foi a minha surpresa quando olho pro lado e vejo a linda ninfetinha com dois dedos enterrados na rachinha, de olhinhos fechados e fones ainda no ouvido, com as calças já pelo joelho.
A escuridão do ônibus não me permitia ver completamente aquela cena, acendi as luzes do meu acento e observei com calma, o que estava acontecendo. Ela parecia estar em transe, gemia baixinho, creio que ninguém alem de mim a ouvia. Estava alheia ao mundo e gozava loucamente com os seus dedinhos, mordiscando o lábio inferior e tremendo de tesão. Meu pau pulou dentro da calça, já duríssimo, querendo rasgar o tecido. Fiquei completamento louco, e resolvi investir. Me levantei, e fui em silêncio até sua poltrona. Me posicionei de frente pra ela, de modo que meu pinto quase encostasse em seu rosto. Coloquei uma mão em sua coxa, e a acariciei, tapando com a outra a sua boca, e sussurando em seu ouvido: a dois é muito melhor. Ela se assustou e tentou gritar, mas sua voz foi abafada pela minha mão e pelo barulho da chuva que castigava a estrada fora de nosso ônibus. Forcei sua cabeça em direção ao meu pau, e ela, vendo o meu estado pode perceber o que eu queria.
Eu alisava suas coxas, e passava a mão na sua bucetinha lisinha. Ela estava imóvel, com os dedos enterrados. Senti que sua pele se arrepiava ao meu toque, e aos poucos, fui tirando a minha mão de sua boca. Tirei seus dedos de dentro da xana, e os lambi, um a um, mordendo-os no final. Sentei ao seu lado, e ela já estava entregue. Comecei a acariciá-la e a meter-lhe os dedos no cú e na buceta. Ela gemia como uma vadia, uma cadelinha no cio, e eu metia fundo meus dedos. Perdi as contas de quantas vezes ela gozou.
Já zonza de tanto gozar, ela começou a acariciar meu pau por cima da calça, e eu fui ao delírio. Meu pau tava queimando de tesão, e quando eu menos espero, ela se abaixa no vão entre os bancos, e tira o meu pinto pra fora. Tentou abocanhar tudo, e não conseguiu (ele mede 22cm, por 12cm de diâmetro). Começou então um boquete maravilhoso. sua boca quentinha e apertadinha pressionavam meu pau, que babava dentro dela. Segurei sua cabeça e fodia até sua garganta. ela engasgava algumas vezes, mas eu nem ligava, continuava a meter entre os lábios. Ela forçou a cabeça pra tras, e tirou, respirando profundamente, enquanto punheteava. Começou a me lamber o saco, e a mordiscas as coxas. Fechei os olhos e deixei com que fizesse todo o trabalho. Fiquei imaginando como seria comer sua bucetinha quentinha e molhada. Comecei a fantasiar com seu cuzinho, enquanto meu pinto era acariciado por suas mãozinhas e língua. Ela começou a lamber minha barriga, enquanto trabalhava arduamente com as mãos, e ao sentir denovo sua boca na cabecinha, não segurei e gozei em sua boca, fartamente. Ela não conseguiu engolir tudo.
Segurei sua bunda, e a puxei pra mim, a fim de tirar toda a roupa e fodê-la ali mesmo, ao que a safada sussura em meu ouvido. Vou descer nessa cidade, tio, muito obrigada pela foda, foi deliciosa.
Tentei segurá-la, mas ela se desvencilhou e eu não podia sair com o pau na mão no meio dos passageiros. Voltei pro meu assento, e minha viagem até a cidadezinha foi regada à muita porra que saiu das minhas punhetas, pensando na ninfetinha que fez o melhor boquete da minha vida.
Peguei o ônibus à meia-noite na rodoviária, um carro de aluguel estava à minha espera na rodoviária da pequena cidade, para tornar a minha locomoção mais fácil no local. Como não é uma cidade muito badalada, poucas pessoas estavam no ônibus, e eu, afim de dormir, me dirigi às poltronas do fundo, onde recostei nas duas cadeiras para tirar um cochilo. 5 minutos antes do motorista dar a partida, sinto alguém roçar em minhas pernas, que estavam quase pra fora do banco, devido ao meu tamanho (tenho 1,90m). Abri os olhos e paralisei: uma loirinha linda, estava sentada nas poltronas ao lado das minhas. Ela era simplesmente deliciosa. Acho que fiquei olhando meio embasbacado pra ela, porque ela me sacudiu pelo braço e disse: tio, você tá passando mal?
Saí do transe e me concentrei. Uma loira, gata, novinha, peitinhos pequenos e durinhos, uma bundinha redondinha, metida numa calça legging justinha, desenhando perfeitamente o espaço da sua bucetinha gordinha, sentada na poltrona no fundo. Isolada do restante dos poucos passageitos além de mim, era a prova mais que concreta que alguém lá em cima me amava muito. Estava numa seca sexual de dar dó: 10 meses sem ter uma mulher nos braços, ficando só na mão, literalmente, e agora, quando eu ficaria 5 longas horas no frio da madrugada, tendo apenas minha imaginação pra me distrair, essa gata aparece...
Respondi negativamente, falando que estava distraído. ela sorriu e se virou para janela. Fiquei inquieto, olhava toda hora em sua direção. Ela, de olhos fechados e fones no ouvido não notava, o que me deixava aliviado e ao mesmo tenso ansioso. Uma hora de viagem, eu já perdido em meus pensamentos sacanas com a gata, alisando o pau por cima da calça, ouço um gemido baixinho. Pensei ter sido coisa saída dos meus pensamentos, e não dei muita bola. Alguns minutos depois, ouço outro gemido, dessa vez mais nitido. Resolvi procurar quem mais estava pensando em sexo, e qual não foi a minha surpresa quando olho pro lado e vejo a linda ninfetinha com dois dedos enterrados na rachinha, de olhinhos fechados e fones ainda no ouvido, com as calças já pelo joelho.
A escuridão do ônibus não me permitia ver completamente aquela cena, acendi as luzes do meu acento e observei com calma, o que estava acontecendo. Ela parecia estar em transe, gemia baixinho, creio que ninguém alem de mim a ouvia. Estava alheia ao mundo e gozava loucamente com os seus dedinhos, mordiscando o lábio inferior e tremendo de tesão. Meu pau pulou dentro da calça, já duríssimo, querendo rasgar o tecido. Fiquei completamento louco, e resolvi investir. Me levantei, e fui em silêncio até sua poltrona. Me posicionei de frente pra ela, de modo que meu pinto quase encostasse em seu rosto. Coloquei uma mão em sua coxa, e a acariciei, tapando com a outra a sua boca, e sussurando em seu ouvido: a dois é muito melhor. Ela se assustou e tentou gritar, mas sua voz foi abafada pela minha mão e pelo barulho da chuva que castigava a estrada fora de nosso ônibus. Forcei sua cabeça em direção ao meu pau, e ela, vendo o meu estado pode perceber o que eu queria.
Eu alisava suas coxas, e passava a mão na sua bucetinha lisinha. Ela estava imóvel, com os dedos enterrados. Senti que sua pele se arrepiava ao meu toque, e aos poucos, fui tirando a minha mão de sua boca. Tirei seus dedos de dentro da xana, e os lambi, um a um, mordendo-os no final. Sentei ao seu lado, e ela já estava entregue. Comecei a acariciá-la e a meter-lhe os dedos no cú e na buceta. Ela gemia como uma vadia, uma cadelinha no cio, e eu metia fundo meus dedos. Perdi as contas de quantas vezes ela gozou.
Já zonza de tanto gozar, ela começou a acariciar meu pau por cima da calça, e eu fui ao delírio. Meu pau tava queimando de tesão, e quando eu menos espero, ela se abaixa no vão entre os bancos, e tira o meu pinto pra fora. Tentou abocanhar tudo, e não conseguiu (ele mede 22cm, por 12cm de diâmetro). Começou então um boquete maravilhoso. sua boca quentinha e apertadinha pressionavam meu pau, que babava dentro dela. Segurei sua cabeça e fodia até sua garganta. ela engasgava algumas vezes, mas eu nem ligava, continuava a meter entre os lábios. Ela forçou a cabeça pra tras, e tirou, respirando profundamente, enquanto punheteava. Começou a me lamber o saco, e a mordiscas as coxas. Fechei os olhos e deixei com que fizesse todo o trabalho. Fiquei imaginando como seria comer sua bucetinha quentinha e molhada. Comecei a fantasiar com seu cuzinho, enquanto meu pinto era acariciado por suas mãozinhas e língua. Ela começou a lamber minha barriga, enquanto trabalhava arduamente com as mãos, e ao sentir denovo sua boca na cabecinha, não segurei e gozei em sua boca, fartamente. Ela não conseguiu engolir tudo.
Segurei sua bunda, e a puxei pra mim, a fim de tirar toda a roupa e fodê-la ali mesmo, ao que a safada sussura em meu ouvido. Vou descer nessa cidade, tio, muito obrigada pela foda, foi deliciosa.
Tentei segurá-la, mas ela se desvencilhou e eu não podia sair com o pau na mão no meio dos passageiros. Voltei pro meu assento, e minha viagem até a cidadezinha foi regada à muita porra que saiu das minhas punhetas, pensando na ninfetinha que fez o melhor boquete da minha vida.
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