terça-feira, 22 de junho de 2010

Elevador das Carícias

Oi, meu nome é Carina, e vou contar aqui algo que aconteceu mês passado. Sou ascensorista de um prédio muito luxoso na zona sul de São Paulo, onde trabalho a dois anos. Tenho um filho de 3 anos, sou mãe solteira. Sempre tive tara por negros, e apesar de eu ser branquinha, de cabelos castanhos, meu filho nasceu moreno-chocolate, uma graça! Não deixei de me cuidar depois que meu anjinho nasceu, continuo frequentando a academia e às aulas de natação, semanalmente. Por isso ainda mantenho a barriga sequinha, a bunda grande e as coxas grossas.
Meu trabalho não é o melhor do mundo, mas eu me divirto. Dentro do elevador sempre encontro alguém interessante, converso, faço amizades, me distraio, e às vezes vejo até mesmo coisas que não deveria estar vendo, como é o caso dos amassos do Alex, filho da síndica com a namoradinha dele. O menino é uma máquina! É um negão de quase 2m de altura, forte, musculoso, uma D-E-L-Í-C-I-A! Ele sempre atacava a menina ali no elevador, ela, coitada, muito tímida, morria de vergonha, mas sempre gemia com os dedos dele, sempre se contorcia, presa entre o corpo másculo dele e a parede do elevador. Confesso que em muitas vezes, ficava molhadinha com a situação, ele era um negro muito gostoso, mas me recolhia à minha condição e ficava apenas ouvindo aqueles gemidos tão excitantes. Alex era sempre muito alegre, muito malandro, sempre sorridente e brincalhão. Estranhei quando chegou mês passado com uma cara triste no elevador. Tinhamos liberdade pra conversar sobre tudo, e lhe perguntei o que estava acontecendo. Ele, muito triste, me disse que havia terminado com a namorada. Eu lhe disse que relacionamentos eram assim mesmo, e que amanhã ela já teria esquecido e eles voltariam, disse que o melhor era ele dormir, pois já estava ficando tarde, e amanhã seria outro dia. Ele sorriu, e me olhou, com aquele fogo nos olhos, vindo pro meu lado e perguntou:
- Você sabe o que me deixaria feliz essa noite?
Eu, prendendo a respiração, com aquele homem tão delicioso perto de mim, vendo a mão dele deslizar para o painel do elevador às minhas costas, apenas respondi, num fio de voz: o que?
Sinto o elevador parar, com um suave solavanco, e uma mão forte me segura por trás da cabeça, me empurrando aos encontro dos lábios dele, ao que ele diz, muito próximo de mim: isso! E me arrebata num beijo alucinante. Intenso, guloso, esfomeado e excitante, como se dezenas de línguas invadissem minha boca.
Senti seus dedos grandes e grossos invadirem a blusa de meu uniforme, meu lenço sendo arrancado do pescoço, e uma boca faminta que desce em direção a ele, beijando, sugando e mordiscando suavemente. Eu só conseguia gemer. Há muito tempo ninguém me tratava assim, com tanto desejo, com tanto tesão. Ele me pegou facilmente pela cintura e me colocou recostada na parede, pressionando seu corpo ao meu, me fazendo sentir o volume entre as suas pernas. Um membro muito duro me forçava à vulva. Uma mão abria os botões de meu blazer, e de minha blusa, e tirava meus seios pra fora do soutien.
Alex contornava agora meus seios, e chupava cada um deles, dando atenção especial aos mamilos, rijos de tesão. Abri os olhos e ele já estava sem camisa. Seu corpo negro reluzia. Seus músculos eram pura obra divina, um deus de ébano. Passava minhas mãos em seu peitoral, e segui até o seu zíper. Ele se afastou de mim, e colocou minhas mãos em cima de seu pênis ereto, e me fez massageá-lo, mesmo por cima da calça. Colocou a cabeça para trás e sorriu, deliciando-se com a cena. Eu o queria, queria ter aquele membro enorme em meus lábios, precisava sentir seu sabor. Ele abaixou-se e deitou no chão, tirando calção e cueca, e aquela vara negra e cabeçuda pulou pra fora, com suas veias destacadas, pulsando, com uma cabeça maior qu eum pêssego na ponta.
Tirei então minha saia, meia calça e calcinha, e deitei em cima dele, pousando minha bucetinha depilada em sua boca. Com o mínimo toque de seus lábios, estremeci. Ele foi suavemente lambendo cada parte minha, indo da buceta até o anus, enfiando sua grossa lingua dentro de mim, rija e potente. Eu me abaixei sobre seu pinto, e punheteei. Devia ter uns 23cm, e minha mão não conseguia circundá-lo. Cai de boca e salivei em cima dele, pra facilitar a manipulação. Ele soltou um gemido de prazer. Lambia a ponta da cabeça, alternando entre chupadas mais fortes. Massageava o saco, passando as unhas, e lambia toda a extensão do pênis, indo da base à glande. Coloquei na boca e não consegui ir até o fundo, enquanto ele me fudia linda e gostosamente com a lingua. Senti algo grosso e grande me penetrando, era ele que enfiava um dedo em mim, mantendo movimentos ritimados e constantes.
Com um dedo dentro, ele enfiou ainda lingua e eu senti meu corpo tremer. Desmanchei num gozo frenético em sua boca e mão. Senti meu néctar escorrer, e ele, como bom malandro, sugou-o todinho. Esforcei-me para dar o mesmo prazer que ele estava me dando. e Comecei a chupar com mais intensidade o seu delicioso pirulito. Mudei de posição e passei a chupa-lo olhando pra ele, fazendo cara de safada. Lambi toda a extensão da base, e mordisquei, levemente a ponta da glande. Segurei firme e comecei a batê-lo em meus lábios. Fui com 'fome' novamente e abocanhei até metade, tirando lentamente da minha boca quente, e senti o seu gozo de aproximando. Repeti, enquanto acariciava suas bolas, e minha garganta foi inundada por jatos quentes de porra. Seu leite saindo direto em minha garganta. Bebi tudo, e o deixei completamente limpo.
Nos levantamos e nos recompomos, nos vestindo rapidamente. Coloquei o elevador em funcionamento e paramos no seu andar. Antes de sair, ele colocando a mão entre as minhas pernas, e me excitando com a ponta do dedo na minha rachinha molhada, me disse: amanhã tem mais, gostosa, e saiu tranquilamente do elevador.
Hoje ele está de volta com a sua namoradinha, e eles se vêem todos os dias, mas as noites, essas sim, são todas minhas e eu aproveito da melhor maneira possível. Delícia de negão.

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